sexta-feira, 27 de junho de 2014
ENSINANDO FINANÇAS PARA OS FILHOS
Quando se trata de dinheiro sempre ficamos em dúvida se estamos educando nossos filhos da forma correta.
Não existe fórmulas mágicas mas a adaptação para cada filho é absolutamente necessária.
Cada ser humano é único e o que dá certo para um necessariamente não dará para o outro.
Dar ao filho tudo o que eles pedem passa a sensação de que tudo é muito fácil e sem valor, um saco sem fundo. Compare se você fizer uma conta na cantina da escola ou somar o que seu filho gasta com lanche durante o mês e lhe dá tudo de uma vez no início do mês. Se ele gastar tudo antes do fim do mês contenha-se e não dê mais nenhum dinheiro e nem deixe ninguém dá avós, tias, madrinhas etc, nem antecipação do mês seguinte (é o que acontece com quem gasta o salário - usa o cheque especial). Só assim ele aprende que a mesada tem que render até a próxima.
VEJA TAMBÉM:
VALE A PENA DAR MESAS?
quinta-feira, 26 de junho de 2014
COMO ENSINAR O FILHO SOBRE MESADA
Falar de dinheiro a seus filhos não é tarefa fácil e dar mesada sem falar nada não faz sentido, use esse momento de vida para educar financeiramente seu filho e transformá-lo num adulto mais consciente financeiramente.
VEJA TAMBÉM:
QUANDO COMEÇAR A DAR MESADA A SEU FILHO
ENSINANDO FINANÇAS PARA OS FILHOS
- Defina um dia para fazer o pagamento
- Reajustes devem ser gradativos e normalmente por idade já que um criança de 7 anos não pode receber o mesmo que um adolescente de 15 anos.
- ensine seu filho a acompanhar e controlar os gastos, assim poderá saber para onde está indo o dinheiro.
- NÃO complemente e nem deixe os demais membros da família dar mais dinheiro pela má administração - Ele terá de esperar até a próxima mesada, senão a mesada perde o valor e ele vai crescer aprendendo que é assim que o mundo financeiro funciona.
- Dê um cofrinho e ensine-o a guardar uma parte de sua mesada para um objetivo maior.
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QUANDO COMEÇAR A DAR MESADA A SEU FILHO
ENSINANDO FINANÇAS PARA OS FILHOS
quarta-feira, 25 de junho de 2014
COMO ENSINAR FINANÇAS PARA OS FILHOS?
Ensinar para os filhos o valor das coisas é responsabilidade dos pais, mas se lidar com dinheiro é complicado para adultos, passar esse conhecimento para crianças é uma tarefa bem mais delicada.
De acordo com a especialista em educação financeira infantil, Cássia D’Aquino, o momento certo de começar a ensinar a criança a lidar com as finanças é anunciado pela própria, na primeira vez que pede aos pais para lhe comprarem alguma coisa. Isso costuma acontecer por volta dos dois anos e meio, e nesta hora, o pequeno mostra que já percebeu o que é dinheiro, e que o dinheiro “compra” as coisas que ele pode vir a querer.
Para Cássia, a melhor base para uma educação financeira eficiente é aquela transmitida por meio de atitudes simples, na rotina do relacionamento entre pais e filhos. Assim que a criança manifestar uma noção básica em relação a dinheiro, os pais já podem, de maneira gradual, adotar uma postura educativa.
No começo
Quando as crianças ainda são pequenas, na faixa dos três anos, os pais precisam explicar, de maneira muito tênue, que existem coisas que compramos porque “precisamos”, e coisas que compramos porque “queremos”. Apresentar essas duas possibilidades chama a atenção dos pequenos para a existência de uma diferença entre elas.
Ao levar o filho a um supermercado ou padaria, um despretensioso comentário sobre “como a bolacha está mais cara” ou o “leite está mais barato” também pode ajudar. A princípio a criança não vai entender, mas vai começar a prestar atenção no significado, e mais para frente vai entender que o uso do dinheiro exige racionalidade.
Com essas atitudes, a criança começa a assimilar que existem categorias do tipo “querer e precisar”, “caro e barato”, sobre as quais refletimos antes de consumir. Outra dica é apresentar as moedas e depois as cédulas, mostrar os desenhos, os itens de segurança, explicar que não se pode rasgar ou molhar.
Semanada e mesada
Apesar de ser um excelente método de educação financeira, os pais que decidem dar mesada devem saber que essa tarefa dá trabalho. Exige o cumprimento de regras e prazos, além de muito sangue-frio.
O objetivo é que a criança consiga distribuir seu dinheiro dentro de um determinado período de tempo, controlando quando e com o que vai gastar. A mesada não pode ser instrumento de premiação por boas notas, status ante os coleguinhas, e muito menos castigo, quando os pais decidem punir a criança suspendendo a entrega por um tempo.
O objetivo é que a criança consiga distribuir seu dinheiro dentro de um determinado período de tempo, controlando quando e com o que vai gastar. A mesada não pode ser instrumento de premiação por boas notas, status ante os coleguinhas, e muito menos castigo, quando os pais decidem punir a criança suspendendo a entrega por um tempo.
A data de recebimento também deve ser cumprida rigorosamente: os pais devem lembrar que a intenção é fazer com que os filhos aprendam a se organizar sozinhos. Atrasos e alterações na quantia inutilizam todo o processo.
Valores
Quando a criança tem entre seis e dez anos, Cássia D’Aquino aconselha que seja dada a semanada, para controlar melhor o dinheiro, e também o impulso de gastar. Neste primeiro momento, a especialista sugere que a criança ganhe um real por ano de vida, por semana. Se o pequeno tem seis anos, recebe seis reais por semana.
A mesada pode ser aplicada a partir dos 11 anos, e o valor deve ser discutido entre os pais. O ideal é que a quantia contemple a necessidade real da criança: o excesso de dinheiro faz com que ela não se sinta obrigada a planejar a distribuição durante o mês.
Se a mesada não cabe no orçamento familiar, o melhor é não dar nada. A pouca quantidade também atrapalha a organização da criança durante o mês, além de poder causar constrangimentos. “Fazer de conta que está dando é um engano que só traz prejuízo a todos os envolvidos”, avisa D’Aquino.
Poupança
A poupança é outro benefício que a instituição da mesada traz para a educação financeira dos pequenos. Ela estimula a criança a encontrar objetivos para esse dinheiro, e ainda ensina como suportar a espera. Até os cinco anos, eles podem fazer “micropoupanças”, juntando dinheiro por algumas semanas para comprar um brinquedo barato, ou qualquer coisa de baixo valor.
Quando estão um pouco mais velhos, depois dos 11 anos, os pais podem incentivar a poupança de uma parte da mesada por mês. O mais importante é o estímulo à capacidade de esperar, e à possibilidade de fazer escolhas com o dinheiro guardado.
Por mais difícil que seja para os pais, deixar os filhos livres para gastar o que recebem também é um excelente exercício de educação financeira. Depois de “falirem” algumas vezes, vão aprender que o controle é essencial para quem não quer chegar ao final do mês sem nada. No treino dessas escolhas financeiras é que as crianças vão poder cometer erros e se arrepender destes erros. Desse modo, ao chegarem à vida adulta, vão ter mais sabedoria e responsabilidade nas escolhas financeiras.
sexta-feira, 20 de junho de 2014
PALESTRAS DE FINANÇAS PESSOAIS

Palestras de Finanças Pessoais
A educação financeira ainda é o melhor caminho para combater o endividamento e os gastos compulsivos.
Atualmente o mercado está cada vez mais agressivo e criativo para fazer as pessoas consumirem, gastarem muito mais do que sua capacidade e muitas vezes nem se dão conta disso.
Realizamos palestras sobre finanças pessoais para equipe de colaboradores nas empresas, para os pais em reuniões pedagógicas, para empreendedores, para indústrias e demais grupos que precisem de orientação.

Um funcionário desequilibrado
financeiramente será um incômodo para sua chefia, um risco para a segurança da
empresa, e com grande propensão a ter baixa produtividade. O raciocínio é
simples: é melhor ter um funcionário estável financeiramente do que um grande
técnico que não controla sua vida pessoal. Todos saem perdendo, inclusive a
empresa.
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quinta-feira, 19 de junho de 2014
CUIDADO COM DESEMPREGO - PREPARE-SE PARA EVENTURALIDADE
Cuidado com o desemprego, tenha sempre um "galho em que se agarrar... pense numa renda extra, no começo poder ser um hobby mas depois quem sabe? pode virar seu ganha pão principal.
Muitas pessoas cometem esse pequeno erro, acreditam que o seu emprego é e deve ser sua única fonte se renda. Quando perdem o emprego ficam atolados em dívidas.
Agora, e se acontecer alguma eventualidade? E se você ficar doente e não puder trabalhar? De onde você tirará fundos para sustentar você e sua família? Das suas economias?
Trate o seu emprego como seu financiador de investimentos, use o dinheiro de seu salário para financiar suas atividades extras empregatícias.
Tenha em mente que a melhor aposentadoria que você pode ter são os juros e rendimentos que você tem dos seus próprios investimentos.
Seja uma pessoa multifuncional, não se limite apenas ao seu emprego ou atividade.
Controle seus gastos, tenha uma planilha com todas as suas despesas. você pode baixar aqui mesmo neste blog => aí do ladinho...
Muitas pessoas cometem esse pequeno erro, acreditam que o seu emprego é e deve ser sua única fonte se renda. Quando perdem o emprego ficam atolados em dívidas.
Agora, e se acontecer alguma eventualidade? E se você ficar doente e não puder trabalhar? De onde você tirará fundos para sustentar você e sua família? Das suas economias?
Trate o seu emprego como seu financiador de investimentos, use o dinheiro de seu salário para financiar suas atividades extras empregatícias.
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segunda-feira, 16 de junho de 2014
COMO REDUZIR A INADIMPLÊNCIA ESCOLAR
A população está ficando cada vez mais endividada e as consequência não acontece apenas para o endividado, ocorre também para que está no seu raio de alcance, como familiares, amigos, sócios, parceiros e funcionários.
As escolas são vítimas frequentes deste público endividado que deixa de pagar as mensalidades escolares em primeiro lugar.
As empresas são outras vítimas deste mal que é a inadimplência já que colaboradores endividados não rendem o que deve render.
Para evitar e reduzir a inadimplência escolar não basta apenas cobrar e protestar os pais pois no final do ano terá que conceder as transferência tendo o problema duplicado, sem dinheiro e sem aluno.
A escolas, colégios e faculdades devem tomar ações preventivas, usar sua finalidade de existência (educação) para ENSINAR os pais a controlarem suas finanças e com isso manter as contas em ordem.
As empresa também devem ajudar seus colaboradores no processo de educação financeira pois equipe motivada e focada rende muito mais e equipe endividada só faz perder rendimento.
Como reduzir a inadimplência escolar?
R- ajudando os pais com orientação financeira, educando os alunos para serem adultos conscientes e que sabem lidar com dinheiro. Já foi constatado que educando os filhos eles cobram dos pais melhor resultado, isso vem acontecendo com ações de sustentabilidade e educação de trânsito. Por que não fazer isso também com o dinheiro???
O que a empresa pode fazer com funcionários endividados?
R- É sabido que não basta emprestar dinheiro para os endividados da empresa, estará assim tratando os sintomas e não a causa. Educar a equipe de colaboradores é o melhor caminho.
Realizamos palestras e cursos de finanças pessoais. Entre em contato e peça orçamento.
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sábado, 14 de junho de 2014
ORÇAMENTO FAMILIAR
O
orçamento familiar não é apenas "Anotar as despesas realizadas".
O orçamento envolve: planejar, eleger prioridades, controlar seu fluxo de caixa.
O orçamento irá ajuda-lo a entender seus hábitos de consumo.
O orçamento envolve: planejar, eleger prioridades, controlar seu fluxo de caixa.
O orçamento irá ajuda-lo a entender seus hábitos de consumo.
A
elaboração do orçamento familiar não é uma tarefa fácil, porém, é necessária
para quem tem planos para o seu futuro e o de sua família.
Estabelecer objetivos comuns e conversar francamente sobre as finanças com a família é o caminho para que cada um esteja comprometido e faça sua parte.
É a forma de garantir a estabilidade das finanças no presente, visando prevenir o futuro.
Estabelecer objetivos comuns e conversar francamente sobre as finanças com a família é o caminho para que cada um esteja comprometido e faça sua parte.
É a forma de garantir a estabilidade das finanças no presente, visando prevenir o futuro.
Como
fazer:
- primeiro passo do
orçamento é identificar para onde está indo o dinheiro:
discrimine as despesas fixas: luz, gás, água, telefone, aluguel, condomínio, transporte, educação, assistência médica, alimentação, e outras.
Considere, também, despesas eventuais, como: remédios, consertos em geral, cabeleireiro, oficina mecânica, lazer, vícios, prestações, taxas, impostos, cheques pré datados e outras. - Com esse
levantamento feito, você deve projetar o orçamento para os próximos meses,
considerando as despesas sazonais como volta às aulas, IPVA,
licenciamento, datas comemorativas (Dia dos Pais, das Mães, dos Namorados,
da Criança, Natal, Páscoa etc.), férias para a família. Lembre-se que elas
podem representar um gasto substancial em seu orçamento.
- Discrimine as
receitas: salário, rendas, etc.
utilize o valor líquido recebido. - Faça o
balanceamento das receitas e despesas mensais: receitas (-) despesas.
Reserve uma parcela de suas receitas para investimentos.
Hora dos
ajustes
Identifique
gastos que podem ser eliminados ou reduzidos.
Não é fácil mudar hábitos da noite para o dia. Converse com a família, o aprendizado da austeridade no trato das finanças e o atingimento das metas irá compensar os eventuais sacrifícios e descontentamentos passageiros.
Não é fácil mudar hábitos da noite para o dia. Converse com a família, o aprendizado da austeridade no trato das finanças e o atingimento das metas irá compensar os eventuais sacrifícios e descontentamentos passageiros.
Gerenciando
os gastos
Ao fazer
suas compras é importante lembrar que o comércio disponibiliza diferentes
formas de pagamento. Evite comprometer seu orçamento, analise a necessidade da
compra.
- À vista – opte
por esta forma de pagamento. Você pode obter bons descontos.
- A
prazo
– fique atento às taxas de juros cobradas no financiamento, compare o
preço à vista com o total das parcelas e lembre-se que:
- Mesmo no
parcelamento "sem acréscimo" geralmente estão embutidos altos
juros.
- Atrasos no
pagamento da prestação de financiamento implicam multa de até 2% .
- É assegurada ao
consumidor a liquidação antecipada dos débitos, total ou parcialmente,
mediante a redução proporcional dos juros e demais acréscimos.
domingo, 25 de maio de 2014
MANTER A CALMA EVITA UM DESASTRE NA VIDA FINANCEIRA

Seja mais cuidadoso com o seu dinheiro, busque ter paciência e cautela na hora de assumir financiamentos.
Que o brasileiro é esforçado e trabalhador não temos dúvidas, porém, costuma meter os pés pelas mãos e, sem perceber, entra num abismo ao qual custa muito caro para sair, literalmente. A começar na compra do primeiro carro, sem planejamento, sem calcular os juros do financiamento, a depreciação do automóvel e as demais despesas que você tem como, despesas pessoais, escola dos filhos, combustível, manutenção do veículo, seguro e outras coisinhas mais.
Eu, por exemplo, há muito tempo comprei um carro com zero de entrada, pagava juros de 1,89¨% ao mês, e depois de um ano quis trocar de carro, perdi todo o valor que já havia pagado e cheguei a perder muito por causa da desvalorização e depreciação. Isso tudo para poder comprar um novo modelo, e bem mais caro, mas eu queria, pois podia comprar novamente para 60 meses. Sem observar, fui me endividando mais e mais, a ponto de não ter condições de pagar o seguro do carro novo. Moral da história: perdi uma fortuna para vender o carro ”antigo” que antigo não tinha nada, só tinha 1 ano e 2 meses de comprado, mas como estava financiado, tive de passar para uma pessoa assumir o financiamento. Portanto, para quitar o automóvel, tomei o maior prejuízo, comprei o tal modelo novo, bati em uma cabra a caminho da faculdade 2 meses depois de comprado, o carro ficou parcialmente destruído e não tive condições de pagar o seguro. Usei o carro com a frente sucateada por vários meses até encontrar uma pessoa que assumisse o financiamento e o IPVA que estava prestes a vencer, acabei perdendo o sono e mais um montante de dinheiro. Mas acho que agora aprendi, senão não estaria compartilhando esta experiência com vocês. Aprendi com meus próprios tropeços.
O brasileiro não possui educação financeira, pelo menos a grande maioria, por isso assume financiamentos imobiliários onde não se calcula, e ao longo de um financiamento de 20 anos, se paga quase o dobro do imóvel, no financiamento de veículos em 60 meses sem entrada, é um verdadeiro golpe ao nosso bolso. Se você puder se organizar financeiramente espere, junte e compre a vista, e se não puder esperar para comprar o carro a vista, procure pelo menos juntar um bom montante para dar de entrada, assim, você será encaixado em outra taxa de juros que também é alta, porém, melhor do que na compra com zero de entrada.
Para juntar dinheiro, existem hoje várias formas, pois se pensarmos a curto prazo, temos a boa e velha poupança, a médio e longo prazo, (entre 3 e 5 anos) temos ações do tesouro direto, pois é algo seguro e a longo prazo poderá render uma boa grana.
Então, não adianta se desesperar e meter o pé na jaca, pare um pouco, faça um planejamento financeiro, se preferir, baixe uma planilha para que você comece a colocar tudo na ponta do lápis, e quando eu digo tudo, é tudo mesmo.
Seja mais cuidadoso com o seu dinheiro, busque ter paciência e cautela na hora de assumir financiamentos e veja que se esperar um pouquinho mais lhe fará render mais dinheiro e educação financeira.
Texto de:
MARCOS MARINHO do INDICABANCOS
quinta-feira, 22 de maio de 2014
COMPRADOR COMPULSIVO - TESTE PARA DESCOBRIR SE VOCÊ É COMPULSIVO NAS COMPRAS
Comprar produtos desnecessários, em quantidade exagerada e sem planejamento pode representar não só um problema financeiro, mas também de saúde. O consumo compulsivo, também chamado de oniomania, está relacionado a transtornos do impulso e tem tratamento médico.
Um teste elaborado pelo Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo e pela empresa de avaliação de crédito Serasa Experian ajuda o consumidor a descobrir se tem esse tipo de patologia.
O teste, disponível na internet, propõe que o consumidor pense em suas compras mais recentes. A partir daí, ele deve responder a algumas questões, como se tem o hábito de comprar apenas o que precisa ou se fez uma pesquisa prévia de preços.
O resultado não é um diagnóstico médico (que deve ser dado apenas em consultório), mas ajuda o consumidor a descobrir se faz planejamento suficiente e tem controle sobre suas atitudes de compra.
"É fundamental fazer uma reflexão sobre o nosso comportamento de consumo, se o produto é realmente necessário e se o valor dele cabe no nosso orçamento. Também é importante envolver toda a família na definição das prioridades do ano, e ser transparente quando for necessário o corte de gastos", diz a superintendente de serviços ao consumidor da Serasa Experian, Maria Zanforlin.
Dependentes de compras, amor, jogos e internet
A psicóloga Tatiana Zambrano Filomensky, coordenadora do grupo de tratamento a compradores compulsivos do Instituto de Psiquiatria do HC, afirma que a oniomania faz parte do grupo dos transtornos do impulso, no qual também se enquadram jogadores patológicos, dependentes de internet e pessoas que sofrem de amor patológico.
"A doença é desencadeada por questões emocionais que são percebidas pelo indivíduo como negativas ou frustrantes", diz a psicóloga.
Segundo ela, quem sofre desse problema busca, por meio da compra, o alívio para essas emoções. "Mas o prazer conquistado com a compra é momentâneo e dá lugar à vergonha e à culpa, principalmente quando o comprador compulsivo contabiliza prejuízos financeiros, pessoais e de relacionamento provocados pelo descontrole."
quarta-feira, 21 de maio de 2014
EDUQUE SEU FILHO SOBRE DINHEIRO
Como educar seus filhos para não se tornarem adultos endividados?
Qual a idade certa para começar a falar de dinheiro com seus filhos?
Quem nunca precisou
tratar de dinheiro com o filho? Seja por mesada ou para outros fins, algumas
famílias tem dificuldades para dar mesada a seus filhos por motivos de
segurança ou preocupação de como será usado este dinheiro.
Alguns psicólogos
informam que o quanto antes uma criança tiver contato com dinheiro, melhor será
sua relação com o mesmo no futuro, receber mesada é algo positivo para a
educação financeira, uma vez que ele é forçado a tomar decisões sobre como? E o
quê fazer com o dinheiro.
Profissionais alertam
sobre a experiência positiva e negativa, que deve ser acompanhado pelos pais.
Deverá ser enfrentado como educação da criança e estimulado pelos pais, pois a
partir deste momento a criança passará a entender as relações de consumo, e
deverá melhorar sua responsabilidade e relação com o dinheiro.
É pela mesada que a
criança vai aprender a lidar com o desejo de querer possuir algo, para o qual
não tem dinheiro e aprende a esperar e a poupar.
Não existe idade ideal
para começar a dar mesadas a aos filhos, mais a grande maioria iniciam a partir
dos 7 anos, que é quando as crianças já sabem cada valor, exigir o troco e se
comunicar bem, vale ressaltar que cada criança tem um comportamento diferente,
e o processo deve ser conduzido pelos pais com seriedade de forma natural,
sempre respeitando a criança e orientando-o.
O que é comum encontrar
família que dar a mesada aos filhos desde que o mesmo execute atividades de
casa, esta postura é criticada por especialistas, a criança deve executar pelo
fato de fazer parte das responsabilidades da família, portanto ele deve
contribuir.
A medida que a criança
cresce aprende a lidar com certas circunstâncias sobre o dinheiro definir
prioridades, poupar dinheiro deve ser incentivado pelos pais, onde a criança
deve destinar uma parte da mesada para um cofre.
As orientações dos pais
são importantes, porém não deve forçar a criança a executar as atividades
forçadamente, ele deve entender de aquele é um procedimento de se preparar para
o futuro. Portanto a partir da hora que é entregue a mesada ao filho ele deve
ser orientado de quanto pode gastar por dia, como deve gastar, e se possível
passar aos poucos a pesquisar preços.
Estimule seus filhos a
poupar dinheiro, informe sobre a importância de conseguir seus objetivos a
curto, médio e longo prazo, seja ele de um brinquedo ou eletrônico, o que ele
deve entender a importância do dinheiro e seus fins. Ajude-o a alcançar suas
metas, conversando quanto faltar para seus objetivos e quanto deverá poupar.
Uma dica para os cofres
é que eles devem ser personalizados, com personagens que as crianças gostem,
Pois assim eles sentem-se atraídos e estimulados, cores quentes são uma boa
ideia, uma vez que elas gostam de cores diferentes e que chamam a atenção, se
poder ser confeccionado por ela melhor ainda.
Um ponto que deve ser
lembrado que não é recomendado em hipótese alguma o adiantamento da mesada, ele
deve entender que não pode gastar todo dinheiro de uma vez, caso abra uma
exceção acabará passando uma mensagem negativa, onde pode gastar tudo sempre
terá mais, lembre-se que você estar ensinando a lidar com o dinheiro educando-o
financeiramente.
texto de:
Ricardo Gomes Alves da Silva
Formado em Administração de Empresas pela Fafire (PE), Pós graduando Administração Financeira pela Fcap/Upe, atua como Analista Financeiro na área educacional, voluntário em projetos sociais e escreve artigos para blogs de finanças.
domingo, 23 de março de 2014
A IMPORTÂNCIA DO ORÇAMENTO FAMILIAR
Atualmente
há muitas pessoas que tem como prioridade em sua vida eliminar as dívidas. Se
seu objetivo for igual à de milhares de pessoas, deve-se dar uma atenção maior
ao orçamento.
Para
a execução desta atividade não importa o quanto você ganha, e sim como gasta, e
o quanto gasta, logo precisamos saber como estar sendo aplicadas nossas
receitas, para entender melhor o que é um orçamento iremos falar de alguns
fatores importantes.
11) Primeiro
Monitorar tudo que você gasta;
22) Provisionar
tudo o que você vai gastar durante o mês, lembrando das prioridades;
33) Comparar
o que gastou com o que deveria gastar na sua previsão;
44) Mudança
de comportamento quanto ao consumo, readequar sua realidade do que você gasta
com o que você pode pagar.
O orçamento só terá sucesso com a ajuda de todos integrantes da família, sem a participação de todos ficará mais difícil.
O orçamento prevê as entradas e as saídas, ou seja, quanto você recebe e o quanto gasta, obviamente você deve receber mais do que gasta. Portanto anote tudo que você compra ou gasta, tenha o controle de cada centavo.
Corte gastos desnecessários com uma lista é preciso identificar quais são os gastos estritamente necessários e quais os supérfluos (despesas que não são prioridades), tenha um objetivo algo que você pode alcançar em curto, médio e longo prazo, estabeleça metas, pois esta será um fator motivacional para alcançar seus objetivos.
Para esta função será importante o auxilio de uma planilha eletrônica, após o controle de seus gastos, poderá estimar o quanto poderá gastar nos próximos meses. Seguindo as riscas o orçamento não haverá surpresas por despesas não correntes, ao longo do tempo começará a refinar suas provisões de gastos, o mais importante é que o orçamento familiar é um processo continuo e não temporário.
Este arquivo foi uma colaboração de Ricardo Gomes Alves da Silva
Formado em Administração de Empresas pela Fafire, Pós graduando Administração Financeira pela Fcap/Upe, atua como Analista Financeiro na área educacional, voluntário em projetos sociais e escreve artigos para blogs de finanças.
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
VOCÊ SABE CALCULAR O SEU PATRIMÔNIO ?
No fim das contas, quanto você tem hoje ?
O seu patrimônio é a soma do valor dos seus bens(casa,carro ou dinheiro guardado) menos a soma do valor das suas dívidas. É tudo o que você tem menos o que você deve.
Esse é o valor que sobraria - ou faltaria - se você vendesse tudo o que tem para quitar suas dívidas.
Fazer essa conta sempre é uma maneira de ver como está sua situação financeira. Resultados positivos indicam que você está no caminho certo para construir um patrimônio. Já os resultados negativos são um sinal de alerta para você administrar o dinheiro com mais cuidado e atenção. Para ajudá-lo nessa tarefa, veja o passo a passo a segui.
1- Avalie a situação :
Faça um levantamento do que você possui e do que você deve, incluindo na conta a lista de ganhos e gastos mensais.
2-Defina objetivos :Sonhe alto, mas não tire os pés do chão.Para que os grandes sonhos não pareçam tão distantes, estabeleça objetivos parciais: comprar um terreno por exemplo, pode ser a primeira etapa para chegar a casa própria. Se tem família, considere as expectativas de cada um e conquiste a participação de todos- além de dividir responsabilidades e somar esforços
3-Faça seus planos:
Seja ganha mais,gasta menos, ter uma reserva para emergências ou guardar dinheiro para diferentes objetivos,decida claramente como vai transformar essas intenções em realidade no dia a dia. Inclua toda a família na definição das metas e no controle do orçamento, acompanhe a evolução dos planos e faça os ajustes necessários ao longo do caminho.
FONTE: ITAU
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
Para sair das dívidas
Vai ficar nessa mesmo ? HORA DE AGIR!!
Não se iluda. Prender a respiração e encolher a barriga não faz ninguém perder peso. E apertar o cinto “só um pouquinho” pode significar apenas agravar ou prolongar indefinidamente as dificuldades – as vezes, pela vida toda.
O único jeito de voltar a ter equilíbrio financeiro é encarar o problema, mesmo que isso signifique adiar projetos importantes e deixar de fazer compras, passear e se divertir como antes, por algum tempo.
O primeiro passo para reorganizar as contas é saber exatamente para onde vai o dinheiro.
sexta-feira, 29 de novembro de 2013
COMO USAR A PREVIDÊNCIA PARA REDUZIR O IMPOSTO DE RENDA
HOJE É DIA DO PAGAMENTO DA PRIMEIRA PARCELA DO DÉCIMO TERCEIRO - APROVEITEM
Há quinze anos, a previdência privada das seguradoras e dos bancos tinha R$ 2 bilhões de patrimônio. Hoje tem R$ 250 bilhões.
Somados à previdência privada dos fundos de pensão de empresas e instituições que têm R$ 650 bilhões de patrimônio, são R$ 900 bilhões na previdência privada complementar brasileira como um todo.
Somados à previdência privada dos fundos de pensão de empresas e instituições que têm R$ 650 bilhões de patrimônio, são R$ 900 bilhões na previdência privada complementar brasileira como um todo.
Isso sugere pelo menos duas coisas:
Primeiro, apesar de ninguém ser obrigado a fazer um plano, podemos notar que milhões de pessoas já optaram por esse tipo de poupança nas últimas décadas.
Segundo, parece evidente que as pessoas entenderam que o INSS não conseguirá mais manter seu padrão de vida na aposentadoria.
A pergunta é: o que fazer neste cenário?
Resposta: não perca tempo. Faça já a sua, pois quanto mais tempo poupar, maior será a reserva previdenciária e o valor da aposentadoria.
Resposta: não perca tempo. Faça já a sua, pois quanto mais tempo poupar, maior será a reserva previdenciária e o valor da aposentadoria.
E não esqueça: previdência não é imposto. É poupança. É investimento para o seu futuro.
Além disso, você pode abater o equivalente a 12% da sua renda bruta anual depositando na previdência privada na hora de declarar o Imposto de Renda.
Vamos imaginar alguém que ganhe R$ 5 mil por mês. Isso dá uma renda de R$ 60 mil no ano. Pois, já na declaração de 2012, ele poderia abater R$ 7.200,00 depositando no plano de previdência.
E o momento certo é agora.
Você tem até 31 de dezembro para fazer as contas e depositar.
É isso aí: ou previdência privada ou dar dinheiro ao Leão.
terça-feira, 26 de novembro de 2013
COMO SERÁ SEU FUTURO?
É verdade que os aposentados são acomodados e não querem aprender coisas novas?
A mentalidade de nosso avós era de que não valia mais a pena gastar tempo em aprender novas coisas. Mas... os aposentados da atualidade têm uma mentalidade diferente, em que o espírito empreendedor, criativo e participativo, independentemente da idade, é bastante valorizado.
O futuro, quando planejado, pode ser a melhor fase da vida.
Já tem previdência e quer melhorar a rentabilidade? podemos ajudar.
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
VOCÊ FALA DE DINHEIRO COM SEU FILHO?
Muitos pais não falam de dinheiro com seus filhos, por achar que isso não é assunto de criança.
Educação financeira é o primeiro grande presente que você vai dar para ele, aprendendo a conviver com dinheiro da maneira certa os tormentos financeiros tão comum a população não vai fazer parte do dia-a-dia do seu filho.
Não é ensinar a seu filho que dinheiro não é para gastar e sim para guardar, nada disso... pois assim ele não vai aprender nada.
Ensine que dinheiro é um bem escasso e como tal deve ser preservado e usado com consciência. Como por exemplo: juntar dinheiro para comprar um brinquedo mais caro.
Seu filho tem um cofrinho? providencie um para ele e ensine ele a realizar conquistas através da economia.
OBS: quando ele juntar deixe ele comprar o brinquedo que foi planejado para não ficar decepcionado e nunca mais querer juntar.
PREVIDÊNCIA E IMPOSTO DE RENDA
De acordo com a Lei 9532 de 1997, o benefício fiscal oferecido pelos Planos de Previdência Privada, é a possibilidade de abater, até o limite de 12% da renda bruta anual tributável, as contribuições efetuadas ao Plano.
Os valores que estão limitados a 12% da renda bruta anual tributável referem-se à soma de todas as contribuições que o participante faz a Planos de diferentes Entidades de Previdência Privada, inclusive as contribuições para o FAPI - Fundo de Aposentadoria Programada Individual.
Outra possibilidade de usufruir do benefício fiscal, é o participante assalariado abater suas contribuições mensalmente da base de cálculo do Imposto de Renda na folha de pagamento. Para isso, ele terá que negociar com a Área de Recursos Humanos da sua empresa, apresentando mensalmente o comprovante de efetivação da contribuição para o devido abatimento.
Com essa dedução, o participante terá uma base tributável menor e consequentemente um menor valor de imposto devido na Declaração, ou uma elevação do IR a restituir.
É importante ressaltar que os Planos do tipo VGBL - Vida Gerador de Benefício Livre, NÃO possuem esse benefício fiscal.
Seu Plano de Previdência está na melhor opção do mercado? O mercado oferece muitas opções e nem sempre são oferecidas as melhores opções para o cliente. Consulte-nos e realizaremos estudo de seu plano para migrar para a opção mais rentável para você e não para o banco.
domingo, 24 de novembro de 2013
PREVIDÊNCIA PRIVADA E O DÉCIMO TERCEIRO
13º Salário, como aproveitar melhor?
Nesta época do ano, os trabalhadores brasileiros começam a receber o tão esperado 13º salário. Mesmo com esse dinheiro extra, os gastos de fim de ano são muitos: Natal, presentes, férias, entre outros. Diante deste cenário, como proceder?
Gastar o dinheiro ou poupar?
Antes de sucumbir aos desejos de consumo e decidir pela primeira opção, é importante avaliar as vantagens de poupar parte deste dinheiro para iniciar ou reforçar a poupança previdenciária. Esta modalidade de investimento é uma excelente opção de destino para o 13º salário, pois permite que as pessoas aproveitem a dedução do IR que existe nos planos tipo PGBL.
As vantagens podem ser observadas no curto, médio e longo prazo. Os investidores desta modalidade podem fazer aportes até dia 28 de dezembro de 2011 e se beneficiar das vantagens fiscais da previdência, deduzindo na declaração completa o valor investido no Imposto de Renda a ser pago ano que vem, até o limite de 12% da renda bruta anual. Por exemplo, uma pessoa que tem uma renda bruta mensal de R$ 5 mil e uma contribuição anual no PGBL de R$ 7.200,00, contará com uma redução de R$ 1.980,00 no IR anual.
sábado, 23 de novembro de 2013
COMO ESCOLHER UM PLANO DE PREVIDÊNCIA?
O aumento da expectativa de vida, aliado a prática de hábitos saudáveis faz a "velhice" ser vista de maneira diferente da época de nossos avós e de nossos pais.
Por esse motivo é muito importante estar preparado financeiramente também e para isso temos que começar a pensar cedo pois caso contrário vamos enfrentar a boa idade contando apenas com a renda da Previdência Social.
Um dos caminhos para enfrentar essa fase é fazer um plano de previdência. O mercado oferece diversas opções e escolher a melhor delas não é tarefa fácil e exige pesquisa e comparações para ter o maior benefício no momento certo.
Veja alguns fatores são realmente importantes na hora de escolher o seu plano de previdência. São eles:
1. Instituição
É fundamental avaliar a instituição na qual se quer contratar o plano.
Em que é mais importante prestar atenção na hora de escolher um plano de previdência privada?
2. Taxa de Carregamento
Esta taxa pode ser cobrada sobre o valor da contribuição quando você investe e/ou quando você resgata. Ela pode ser de no máximo 10%, e sua finalidade é a de custear as despesas administrativas da instituição. Não é tão impactante quanto a Taxa de Administração Financeira, mas também deve ser considerada no momento da contratação do seu plano.
Dê preferência aos planos que cobram carregamento apenas na saída ou que tenham isenção desta taxa. Com isso o seu valor de contribuição será sempre aplicado integralmente.
Esta taxa pode depender de quanto você vai aplicar, ou seja, as melhores taxas estão associadas a maiores contribuições/aportes. Ou ainda pode depender do tempo de permanência no plano escolhido, em que quanto mais tempo você deixar seus recursos em uma mesma instituição menor será a taxa cobrada.
Na verdade, como a reserva cresce sistematicamente com as novas contribuições mensais, aportes e o resultado do investimento deles, qualquer meio ponto percentual representa muito, pois é juro sobre juro por muito tempo.
3. Taxa de Administração Financeira (TAF)
Esta taxa é cobrada sobre o seu dinheiro poupado que cresce através das suas contribuições mensais, aportes e rendimento da reserva acumulada. Sempre compare as taxas oferecidas pelas instituições antes de escolher o seu plano.
4. Rentabilidade
Mesmo que a taxa de administração financeira seja baixa, avalie a rentabilidade do plano. Não adianta pagar taxas baixas se o plano sempre rende pouco. Vale destacar que o histórico de rentabilidade de uma empresa não é garantia de rentabilidade no futuro. Ao contratar o plano, preste atenção quando considerar a taxa de rentabilidade na simulação. Esta projeção de taxa representa a expectativa de quanto o seu plano vai render a cada ano até a sua aposentadoria. Planos de previdência são investimentos por muito tempo: 20, 25 anos ou mais. Existe uma tendência de redução nas taxas de juros reais no mercado brasileiro, portanto se a projeção considerar uma taxa alta, 10% ao ano, por exemplo, você poderá ver resultados na simulação que não serão factíveis com a realidade do plano ao longo dos anos.
Você já tem um plano de previdência e que saber se está sendo bem remunerado? Analisamos para você
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
APOSENTADORIA COMPLEMENTAR
Quem sonha em manter um bom padrão de vida na aposentadoria sabe que é preciso pensar hoje no amanhã.
Tanto na rede pública quanto na rede privada o benefício é limitada. Por isso, cada vez mais brasileiros se rendem às vantagens da previdência complementar, que já conta com mais de oito milhões de participantes.
A previdência privada, ou aposentadoria complementar, tem ganhado cada vez mais importância. Analisando a realidade, não é preciso ter tantos argumentos para se convencer da importância de se fazer um plano de previdência privada. Um dos pontos a se considerar é que esta é uma tendência mundial. O avanço na medicina possibilitando uma maior expectativa de vida e a queda no índice de natalidade faz com que o número de contribuintes na previdência oficial seja cada vez menor ao passo que o número de beneficiários aumenta. Por conta disso, os modelos de previdência social no mundo estão sendo revistos e cada vez mais as pessoas se preocupam em obter um rendimento complementar à sua aposentadoria.
Na prática, os planos de previdência privada funcionam como um fundo de investimento. O seu dinheiro é reunido com o dinheiro de outros investidores e o montante formado é administrado para resultar em uma renda complementar a todos os participantes. Trata-se de um investimento de longo prazo onde você irá aplicar uma quantia em dinheiro para garantir um padrão de vida semelhante ao atual, quando se aposentar. Um investimento flexível e transparente, onde você pode acompanhar através de extratos como o seu dinheiro está sendo aplicado e qual a performance do investimento.
Se você já tem uma previdência complementar precisa cuidar bem dela para saber se está na melhor opção do mercado. Consulte-nos que analisaremos para você e você não terá nenhum custo para isso.
domingo, 14 de julho de 2013
FAZENDO UM ORÇAMENTO
Como fazer seu orçamento familiar
Controle na ponta do lápis é tranquilidade no fim do mês
Anote tudo o que ganha e tudo o que gasta. Essa é a melhor forma de não perder o domínio sobre o seu dinheiro.
• Se você ganha mais do que gasta
Tendo controle do seu orçamento, você poderá economizar para adquirir bens e serviços que necessite ou deseje sem precisar de empréstimos ou fazer dívidas.
• Se você ganha o mesmo que gasta
Comece a planejar seu orçamento cuidadosamente e procure não aumentar os seus gastos. É interessante organizar suas contas para que os vencimentos ocorram na mesma data e no mesmo cartão ou conta bancária.
Lembre-se de sempre economizar um pouco de dinheiro para possíveis imprevistos.
• Se você gasta mais do que ganha
Converse com sua família para que, juntos, possam começar a cortar algumas despesas e estruturar sua situação financeira.
O uso de algum produto de crédito poderá ser útil para ajudar a organizar suas finanças, desde que utilizado com responsabilidade e cautela.
FONTE: CARREFOUR
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