terça-feira, 30 de junho de 2015

COMO REALIZAR UM PLANEJAMENTO FINANCEIRO DE MANEIRA FÁCIL?

PASSOS PARA O SUCESSO FINANCEIRO






Este post recebi de Samuel Magalhães que é Consultor Financeiro, Palestrante e fundador do Portal Invistafácil.com.
Obrigada a ele pela colaboração e nos ajudar a contribuir para as pessoas serem FELIZES E SEM DÍVIDAS.



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5 ETAPAS PARA A CONSTRUÇÃO DO SEU PLANEJAMENTO FINANCEIRO

O povo brasileiro possui inúmeras virtudes! Somos engraçados, hospitaleiros, bons de bola! Não à toa, os gringos que passam por aqui se encantam com nosso país! Infelizmente, apesar das nossas inúmeras qualidades, possuímos alguns defeitos muito graves. Um dos principais é que não sabemos cuidar das nossas finanças. E isso se deve, basicamente, porque não nos planejamos financeiramente.

Hoje, você irá aprender em cinco passos simples, como construir um Planejamento Financeiro que irá melhorar de uma vez por todas sua vida financeira.

1-Diagnóstico:  O primeiro passo é descobrir como anda a sua saúde financeira. A partir daí, você saberá o remédio que precisa tomar para melhorar!

2-Objetivos: A segunda etapa do planejamento é definir seus objetivos. O diagnóstico te disse onde você está, agora você precisa descobrir aonde quer chegar. Para isso, é necessário definir seus objetivos.

3- Poupar: Para que você conquiste seus objetivos é preciso ter dinheiro sobrando. Por isso, a terceira fase do nosso planejamento é iniciar um plano de poupança. Mensalmente, você irá separar parte do que ganha para sua poupança.

4-Quitar Dívidas: Agora que você tem um plano de poupança, seu primeiro objetivo deve ser quitar suas dívidas, principalmente aquelas com juros mais altos. Assim, você terá melhores condições financeiras e psicológicas para construir um futuro financeiro próspero!

5- Investir: Agora que você já quitou suas dívidas, pode destinar seu suado dinheiro para algo de valor: o seu futuro! Como o dinheiro poupado não irá mais para quitar suas dívidas, agora você utilizá-lo para atingir seus objetivos. Você fará isso, através dos investimentos!


Viu como construir seu Planejamento Financeiro pode ser simples? Em apenas cinco passos, você pode construir um futuro mais próspero!

quinta-feira, 25 de junho de 2015

10 MANDAMENTOS DA EDUCAÇÃO FINANCEIRA





Tudo na vida precisa de regras e disciplina, não poderia ser diferente com suas finanças...
1. Anote seus gastos
Tenha uma cartilha, detalhe tudo o que você comprou no mês e especifique todas as suas contas;
2. Converse sobre dinheiro com sua família
Dívidas não podem ser um tabu. Debater com sua mulher/marido e seus filhos já é uma forma de convidar todos a ajudarem no orçamento e educá-los;
3. Não culpe  os outros por suas dívidas
Reclamar do salário, dos impostos, do seu cargo não vai ajudar a solucionar suas dívidas. Evite esse desgaste e entenda que a escolha entre ser um poupador ou um “gastador” é sua;
4. Pense duas vezes antes de comprar alguma coisa
Compras devem ser fruto de escolhas e escolhas devem ser tomadas após uma reflexão sobre o assunto;
5. Não seja extremista na economia
Deixar de tomar um cafezinho todos os dias ou de depilar as pernas não vai fazer você ficar rico;
6. Use o cheque especial apenas para emergências
Entenda que o cheque especial não é uma extensão do seu salário. É um crédito que deve ser usado apenas em situações extremas;
7. Nunca faça o pagamento mínimo do cartão de crédito
O pagamento mínimo é a mesma coisa que rolar a dívida. Você não diminui sua dívida ao pagá-lo, apenas ganha um prazo maior para pagá-la;
8. Poupe pelo menos 5% do seu salário
O ideal é poupar 10%, mas 5% é o mínimo indicado. E não espere sobrar dinheiro para guardar. Faça da poupança um hábito tal qual pagar a conta de
luz e de água;
9. Tenha metas e guarde dinheiro para realizá-las
Ter objetivos é o melhor estímulo para juntar dinheiro. Planeje seus sonhos junto com sua poupança e invista nos seus desejos
10. Pense na sua aposentadoria
O teto do INSS tende a perder valor com o passar dos anos. Se você não economizar, vai ter uma queda de padrão na hora em que se aposentar. Por isso, vale a pena investir na previdência privada o quanto antes.

domingo, 21 de junho de 2015

PENHORA DE BENS POR DÍVIDA





É muito frequente os leitores ficarem apavorados com cobranças ameaçadoras, dizendo que haverá penhora. Para que ocorra a penhora é necessário antes haver cobrança JUDICIAL, o caso tem que realmente ir para justiça. 
Muito importante é o devedor acompanhar todo o processo, ir a todas as audiências, mesmo que não tenha como pagar a dívida, vá para não ficar parecendo que é "caloteiro" e que não paga porque não quer. Pensar que não ir as audiências é melhor... é um grande erro e só piora a situação.

Assim estou compartilhando esse texto que achei muito interessante e dando algumas informações:
IMPORTANTE:
- Para penhorar algum bem tem que haver audiência judicial;
- Quem determina a penhora é o juiz;
- Cobrança extra judicial é emitida por empresas de cobrança ou escritórios de advocacia, não é da justiça
- Se receber intimação da justiça vá a TODAS audiências para esclarecer sua situação, contestar os valores que muitas vezes são abusivos e exagerados, fazer proposta de pagamento da dívida dentro de suas condições financeiras (mas justa)
- Se não tiver como pagar advogado procure a defensoria pública
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texto do blog www.endividado.com.br
Os credores costumam utilizar técnicas de ameaça para "apavorar" os devedores. 

É comum o devedor receber ligações telefônicas grosseiras com ameaças de que acaso não seja paga a dívida “um oficial de justiça irá até sua casa e vai penhorar seus bens e até sua casa que serão vendidos em leilão para pagamento da dívida”. 

Muitas pessoas ficam realmente apavoradas, porque não conhecem os seus direitos, muito menos quais os bens não podem ser penhorados para pagamento de dívidas, e pensam que na manhã seguinte haverá um oficial de justiça com 2 policiais para levar todos os seus bens e lhes retirar da casa que será vendida na parte da tarde. 

Fique calmo, não é bem assim que funciona! 

Veja o que pode realmente acontecer se você estiver devendo e quais os bens podem ser penhorados em caso de ação judicial: 

Primeiro, vale ressaltar que: sendo os credores instituições financeiras (bancos, cartões de crédito, financeiras, etc) eles não costumam entrar com ações de cobrança na justiça, somente em casos de dívidas de financiamentos de imóveis, veículos e outros bens (que podem ser penhorados pois estão em garantia da dívida. Assim eles podem entrar com ações de busca e apreensão destes bens), ou se não for este caso, somente se as dívidas forem altas e quando os credores têm certeza que o devedor tem dinheiro ou bens suficientes para saldar a dívida. 

Se você não se enquadra em nenhuma destas situações, as chances de receber a visita de um oficial de justiça em sua porta é muito pequena. 

Assim, é muito mais eficiente e econômico para estes credores contratar empresas de cobrança que ficam ligando dia e noite para o devedor, fazendo ameaças de penhora e venda de bens, apavorando-os e fazendo com que muitos, que desconhecem seus direitos, corram para vender bens, pegar outros empréstimos e fazer todo o tipo de negócio para quitar a dívida, com medo do que pode acontecer. 

No caso do credor realmente mover uma ação judicial de cobrança ou execução da dívida, vamos deixar bem claro o que não pode ser penhorado para pagar dívidas: 

Primeiro de tudo é o salário (incluindo no termo “salário” toda renda que venha do trabalho). O salário não pode ser penhorado para o pagamento de dívidas, salvo em caso de pensão alimentícia. 

Também não pode ser penhorado o imóvel único de família, conforme determina a Lei nº 8.009, de 29 de março de 1990: 

"Art. 1º O imóvel residencial próprio do casal, ou da entidade familiar, é impenhorável e não responderá por qualquer tipo de dívida civil, comercial, fiscal, previdenciária ou de outra natureza, contraída pelos cônjuges ou pelos pais ou filhos que sejam seus proprietários e nele residam, salvo nas hipóteses previstas nesta lei." 

O imóvel único de família somente poderá ser penhorado em casos específicos que a lei determina, como por exemplo: dívidas que sejam do próprio imóvel (financiamento, condomínio, IPTU, hipoteca), pensão alimentícia, quando o imóvel tenha sido dado em garantia (escrita e assinada) à uma dívida (fiança em locação e outros casos) ou por dívidas com trabalhadores domésticos da própria residência. (Clique aqui para ler a Lei) 

Além dos salários e do imóvel único de família, segundo o artigo 649 do Código de Processo Civil, modificado pela Lei 11.382/06, que entrou em vigor dia 21 de janeiro de 2007 e alterou dispositivos relativos ao processo de execução e a outros assuntos, são os seguintes os bens absolutamente impenhoráveis: 

I - os bens inalienáveis e os declarados, por ato voluntário, não sujeitos à execução;

II - os móveis, pertences e utilidades domésticas que guarnecem a residência do executado, salvo os de elevado valor ou que ultrapassem as necessidades comuns correspondentes a um médio padrão de vida;

III - os vestuários, bem como os pertences de uso pessoal do executado, salvo se de elevado valor;

IV - os vencimentos, subsídios, soldos, salários, remunerações, proventos de aposentadoria, pensões, pecúlios e montepios; as quantias recebidas por liberalidade de terceiro e destinadas ao sustento do devedor e sua família, os ganhos de trabalhador autônomo e os honorários de profissional liberal, observado o disposto no § 3o deste artigo;

V - os livros, as máquinas, as ferramentas, os utensílios, os instrumentos ou outros bens móveis necessários ou úteis ao exercício de qualquer profissão;

VI - o seguro de vida;

VII - os materiais necessários para obras em andamento, salvo se essas forem penhoradas;

VIII - a pequena propriedade rural, assim definida em lei, desde que trabalhada pela família;

IX - os recursos públicos recebidos por instituições privadas para aplicação compulsória em educação, saúde ou assistência social;

X - até o limite de 40 (quarenta) salários mínimos, a quantia depositada em caderneta de poupança. 

§ 1o A impenhorabilidade não é oponível à cobrança do crédito concedido para a aquisição do próprio bem. 

§ 2o O disposto no inciso IV do caput deste artigo não se aplica no caso de penhora para pagamento de prestação alimentícia. 

quarta-feira, 17 de junho de 2015

QUANDO COMEÇAR A PLANEJAR A APOSENTADORIA?


                      

            Matéria no site da PREVI

O perfil do aposentado mudou muito nos últimos anos, e contribuiu pra isso uma importante mudança no perfil de todos os profissionais. Hoje em dia, a preocupação – e, por consequência, o planejamento – em relação à aposentadoria começa muito mais cedo, já que esses profissionais sabem que sua geração terá uma longevidade maior que as anteriores. E, com a longevidade, é preciso buscar também qualidade de vida.
Segundo o consultor e orientador financeiro Fagner Marques, é cada vez mais comum ver profissionais muito jovens, em começo de carreira, fazendo investimentos pensando no momento da aposentadoria. A contratação de planos de previdência privada, por exemplo, já é uma realidade para grande parte desses profissionais.
Marques destaca que a educação financeira, hoje, é muito difundida em todos os setores da sociedade, e por isso é cada vez mais comum ver os profissionais iniciando ainda muito jovens a rotina de planejamento visando o futuro. Ele afirma, ainda, que a forma como as pessoas encaram a aposentadoria, hoje, é muito diferente.
“Quem se aposenta, hoje, não necessariamente vai parar de trabalhar. Atualmente, a aposentadoria representa a chance de fazer aquilo que a pessoa gosta. Nessa etapa, nem sempre o que importa é ganhar dinheiro, mas sim exercer algo que traga um ganho pessoal, não financeiro. E isso só é possível quando a pessoa se planeja, se prepara”, destaca o consultor.
Para Marques, por muito tempo, os jovens viveram sem se preocupar com o envelhecimento. Hoje, segundo ele, essa realidade mudou. Jovens e adultos conscientes sabem que devem poupar e investir agora para terem uma terceira idade saudável e confortável, com qualidade de vida. E isso traz felicidade.
“O dinheiro não traz felicidade, mas a segurança e a sensação de prosperidade, sim. A pessoa que está segura financeiramente se sente com mais dignidade, tem mais disposição e é mais confiante. Quem se prepara durante toda a vida para ter tranquilidade financeira acaba evitando muitos problemas, especialmente quando entendemos que a vida fica mais cara quando os anos passam”, complementa.
Embora a realidade em geral tenha mudado, Fagner Marques alerta: há uma importante parcela da população que ainda não começou a preparação para a aposentadoria, imaginando que esse momento está longe demais. Esses devem mudar de postura o quanto antes.
“Para quem ainda não adotou essa postura, a hora é agora. Quanto antes, melhor. É preciso se conscientizar da importância da mudança e do significado da aposentadoria. Muitas pessoas ainda se veem sem fazer nada. Normalmente, quem segue esse caminho acaba por ter surpresas desagradáveis. É hora de mudar”, conclui.
Para a consultora financeira Aldineide Rios, esse grupo de pessoas que ainda não começou a se preparar é muito numeroso e essa realidade precisa mudar. Ela afirma que pensamentos imediatistas são muito comuns, e que postergar as decisões é uma prática usual.
“Muitas vezes as pessoas não se dão conta de que vão envelhecer, ou então adotam uma postura do tipo 'quando essa hora chegar eu resolvo as coisas'. É fácil perceber isso quando vemos que muitas pessoas ainda têm dívidas no cartão de crédito, por exemplo, que tem juros altíssimos. Essa postura tem de mudar o quanto antes”, alerta.
“Quando a pessoa entra no mercado de trabalho ela já deve começar a pensar e planejar a aposentadoria. É claro que a intensidade dessa preparação aumenta à medida que os anos passam e a aposentadoria fica mais próxima, mas quem começa antes tem sempre muito mais tranquilidade e qualidade de vida”, conclui.

domingo, 26 de abril de 2015

PALESTRA SOBRE FINANÇAS PESSOAIS - ESCOLA APRENDIZES DE MARINHEIRO - RECIFE

O Núcleo do Serviço de Assistência Integrada ao Pessoal da Marinha da Escola de Aprendizes-Marinheiros de Pernambuco (N-SAIPM/EAMPE) promoveu, no dia 19 de março, o “I Workshop sobre Finanças Pessoais” para seus militares e servidores civis. A atividade faz parte do “Projeto Capitaneando Minha Vida”, ligado ao Programa de Apoio Socioeconômico previsto. O workshop teve como objetivo disseminar informações preventivas sobre o planejamento financeiro para a consecução dos objetivos pessoais e autonomia socioeconômica.
Consultora financeira, Aldineide Rios, realiza dinâmica durante a palestra
Consultora financeira, Aldineide Rios, realiza dinâmica durante a palestra
O evento contou com a presença da professora e consultora financeira pessoal e empresarial, Aldineide Rios, que falou sobre hábitos eficazes nas finanças e a utilização de ferramentas importantes, como planilhas para a construção do fluxo de caixa pessoal.
A palestrante deu dicas de economia e organização, além de explicações sobre crédito, cheque especial, taxas e impostos. O conhecimento para uma boa gestão financeira foi passado em linguagem objetiva, com dinamismo e exemplos. Segundo ela, a educação financeira não se relaciona somente a economizar, cortar gastos, poupar e acumular dinheiro, consistindo, também, em melhora na qualidade de vida a curto e longo prazos.

terça-feira, 14 de abril de 2015

AUMENTO NO PERCENTUAL DE DESCONTO DOS CONSIGNADO DOS TRABALHADORES






Muita atenção com a medida provisória aprovada na semana passada pois o que parece um presente pode ser um "presente de grego" levando os funcionários desesperados a endividar-se cada vez mais e piorar sua situação. No primeiro momento a sensação é boa com mais dinheiro para os gastos que não estão sendo cobertos pelo salário porém no médio e longo prazo a situação vai piorando devido ao pouco dinheiro que vai sobrar do salário, se estava difícil com desconto de 30% imagine com desconto aumentando para 40%...

A decisão de tirar novo empréstimo será bom se for para trocar uma dívida cara como o cheque especial ou cartão de crédito por uma dívida mais barata como é o caso do consignado, portanto reflita muito bem antes de tomar a decisão.

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou na quinta-feira (09) a Medida Provisória 661/14, que aumenta o limite de descontos autorizados pelo trabalhador na folha de pagamentos para incluir despesas com cartão de crédito. Pelas regras atuais, os trabalhadores podem autorizar o desconto de empréstimos, financiamentos ou arrendamento mercantil até o limite de 30%. Com as novas regras, serão acrescidos mais 10% apenas para despesas com cartão de crédito.
Além desses descontos, o trabalhador poderá continuar a autorizar mais 10% do salário em convênios com planos de saúde, farmácias, previdência privada e seguros.
Aposentados e pensionistas do INSS igualmente poderão contar com esse aumento de limite de mais 10% do benefício para descontos direcionados exclusivamente ao pagamento de cartão de crédito. Assim, eles poderão autorizar um total de 40% de descontos, frente aos 30% atuais.

quinta-feira, 19 de março de 2015

PLANILHA DE CONTROLE DAS FINANÇAS PESSOAIS



(baixe aqui, clique na imagem)




Disponibilizo para vocês planilha de "Fluxo de Caixa Pessoal" onde você pode acompanhar todas as suas receitas e despesas e saber qual seu saldo diariamente, assim você evita gastar desordenadamente e saber quanto terá até o final do mês.
Com essa planilha você verá quanto pode economizar em uma despesa para poder fazer outra.
Ela está disponibilizada para o trimestre.
Importante: conte apenas com seus recurso e não use o saldo do cheque especial como dinheiro disponível.


PLANILHA FINANCEIRA PESSOAL (ou baixe aqui)

quarta-feira, 4 de março de 2015

COMO EVITAR GASTAR DEMAIS?



Gastar demais é realmente, em muitos casos, uma doença e como tal precisa de tratamento, tanto profissional quanto da família. Antes de qualquer coisa a pessoa tem que ter consciência que está doente, afinal ninguém vai ao médico se não tiver uma doença, assim é com a dívida.

Observe o comportamento da pessoa em outros aspectos da vida. Há outro sinal de carência? profissional, educacional, familiar, afetivo etc. Muitas vezes o motivo principal não está a vista, assim como um iceberg o que está submerso é muito maior. Se ela concordar, procure um especialista, um psicologo.

dicas:

- Evitar ele fazer compras, de forma sutil pra a pessoa não ficar constrangida ( é como alcoolismo - evitar o primeiro gole);

- Sempre que for fazer compras levar uma lista e o dinheiro suficiente para as compras, sem sobra;

- Quando possível fazer compra acompanhado com quem conhece o problema pra tentar controlar o excesso;

- Evite passeio em shopping e outros centros de compras, fugir da tentação.

-Liste os compromissos da casa para a pessoa ter consciência do que é responsabilidade dela, deixe com ela o que você imaginar que ela vai honrar com mais rigor e controle seus impulsos em ajudar nas dívidas dela por mais duro que pareça assim você vai ajudar mais ela do que pagando as dívidas e compromissos pois ela manterá a mesma situação, é mais forte que ela. A pessoa não faz porque quer e sim porque não consegue controlar.

- Ajude-a a relacionar as dívidas existentes para planejar a liquidação.

- Coloque o nome da família ou dela no topo da lista e abra uma poupança em nome de uma pessoa de confiança para mensalmente depositar o equivalente a 5% (inicialmente) da renda dele (mesmo com dívida). Se não der para pagar todas mensalmente escolha as que vai ficar para depois, lembre-se de pagar primeiro as mais caras ou as que trazem maiores impactos, se já está sem pagar cartão e banco há mais de dois meses deixe essas para o fim e pague com o dinheiro que você está juntando na poupança, terá um ótimo desconto à vista daqui a alguns meses.

É MUITO IMPORTANTE QUE VOCÊ FAÇA A POUPANÇA, terá vários impactos, a comprovação que é possível guardar dinheiro (dinheiro-chama-dinheiro) e poder de negociação para liquidar dívidas com desconto à vista.
´Boa sorte e muita paciência e compreensão com a pessoa.



assista o filme; "Delírios de consumo"

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

COMO NEGOCIAR O CHEQUE ESPECIAL?


Cheque Especial
- O segundo produto de financeiro mais caro é o cheque especial, perde apenas para o cartão de crédito. O objetivo do limite de cheque especial é cobrir eventualidades, como cheque depositado antes da data, descasamento rápido entre o que temos que pagar e o que temos para receber, mas nem sempre (ou melhor dizendo... na grade maioria) ele é usado como deve. Normalmente ele é usado como uma extensão do salário, um complemento para o orçamento e isso torna-se um ciclo vicioso, onde o usuário sente dificuldades em sobreviver sem ele.

Vamos agora nos livrar do cheque especial, saiba como negociar seu saldo devedor:

1) faça seu orçamento e ajuste suas finanças;

2) veja o valor que você já paga mensalmente de juros e estabeleça uma parcela com um pouco mais de acréscimo e que caiba no seu bolso; (lembre-se que você já está pagamento o valor dos juros mensalmente e sem reduzir a dívida, portanto evite pagar menos do que já paga;

3) normalmente os gerente sugerem para você ficar com um limite menor e as vezes do mesmo tamanho, mas eles fazem isso sabendo que inevitavelmente você irá utilizar rapidinho e voltar a ficar devedor - neste caso a situação fica mais grave porque você está com a parcela da negociação e com os juros, como você lembra começou muito pequeno e cresceu rápido. Cancele o cheque especial, a não ser que você seja altamente controlado.

4) Analise a taxa de juros que o banco esté lhe oferecendo, algumas vezes é melhor tomar dinheiro em outro lugar pois como o banco sabe que você é descontrolado a taxa cresce devido ao risco que é maior.

5) a melhor opção é o empréstimo consignado, aquele que é descontado em seu salário;

6) Use as verbas extras para liquidar as dívidas caras. 13º , férias, prêmios, abonos, gratificações, etc;

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

COMO EDUCAR SEU FILHO FINANCEIRAMENTE?




Aproveite todos os momentos do cotidiano para educar seus filhos financeiramente, converse com eles como "gente grande" 
 Você sempre deixa os filhos em casa na hora de fazer supermercado para evitar que eles encham o carrinho de guloseimas? Que tal aproveitar esse momento para um aula prática de educação financeira e daqui em diante leva-los consigo mostrando como você realiza as compras? Mostre a eles a importância de comparar preços. Quer um exemplo que pode funcionar bem? Experimente simular uma compra do mês levando somente as marcas mais caras e faça outra simulação com os preços mais em conta.
Se achar melhor, compare os preços das marcas que você costuma comprar, porém em supermercados diferentes e mostre os valores para seus filhos.Seja qual for sua opção, mostre a eles o valor que pode ser economizado ao fazer pesquisa de preços e como esse dinheiro pode ser usado para outra finalidade, por exemplo custear um programa de lazer em família.
Consciência financeira é importante em qualquer momento da vida! Quanto mais cedo seus filhotes adquirirem algumas noções sobre como lidar com dinheiro, mais maturidade financeira eles terão ao longo da vida!

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

EDUCAÇÃO FINANCEIRA PARA CRIANÇAS





As crianças voltaram para a escola, a rotina da casa voltou ao normal e agora é momento de ficar de olho no desempenho delas para não ter a desagradável surpresa de um boletim com notas vermelhas daqui a alguns meses. E aproveitando este embalo de retorno às atividades escolares, que tal se você entrar no ritmo junto com seus filhotes para tratar de um assunto que costuma ficar de fora da programação letiva? Estamos falando de educação financeira infantil!

Se os seus filhos ainda não sabem como lidar com dinheiro, este é o momento ideal para introduzir alguns valores e ajuda-los na hora que o assunto for grana. Crianças muito novas não têm ainda o embasamento necessário para entender o funcionamento do dinheiro. Elas podem até associar rapidamente que ele é usado como instrumento de troca, mas não conseguem ainda perceber a complexidade disso, portanto, precisam de uma ajudinha nos primeiros passos.

O ideal é que o aprendizado aconteça a longo prazo, gradualmente, para que alguns comportamentos e percepções surjam naturalmente. Do dia para a noite seu filho não vai raciocinar para identificar o brinquedo com melhor relação custo/benefício, mas ele pode aos poucos desenvolver habilidades para lidar com o dinheiro de um modo mais equilibrado, até chegar à adolescência com uma postura bem madura. Para ensinar seus filhos sobre educação financeira, remonte os seus tempos de escola: você começou aprendendo operações simples, como somar ou subtrair, até posteriormente chegar naquelas lições mais complexas ( e chatas para muita gente!) envolvendo logaritmos, funções, trigonometria, etc. É disso que estamos falando, é hora de formar as bases dos seus pequenos para que eles tornem-se
experts em finanças pessoais no futuro!
FONTE: FINANÇAS FEMININAS

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domingo, 7 de setembro de 2014

CONSULTORIA FINANCEIRA PESSOAL & EMPRESARIAL


Consultoria Financeira Pessoal e Empresarial
Aldineide Rios


Está com orçamento desequilibrado? muitas vezes o que falta é arrumação e não dinheiro.


Orientação financeira pode mudar o rumo de suas finanças.


Faço:
  • Orientação no orçamento doméstico;
  • Orientação para negociar ou renegociar com bancos;
  • Planejamento para liquidação de dívidas;
  • Orientação para redução de juros;
  • Orientação de investimento;
Reestruturação empresarial

  • Orientação na organização empresarial
  • Orientação na implantação de controles financeiros
  • Orientação na formação de preço de vendas
  • Orientação no planejamento das atividades
  • Conhecendo a empresa
  • Orientação na implantação de uma Gestão profissional

Apenas para Recife e Grande Recife
Contato: (81) 9204-3857 / 9521-8050 ou consulpex@bol.com.br

CONSULTORIA FINANCEIRA PESSOAL ON LINE



A necessidade de organizar o orçamento para começar a investir, para aumentar o tamanho dos investimentos ou sair das dívidas para ser FELIZ SEM DIVIDAS é muito mais frequente do que imaginamos.

Sem o conhecimento adequando perdemos oportunidades e temos atitudes que nos distanciam de nossos objetivos.

O corre corre do dia-a-dia termina não deixando tempo suficiente para procurar ajuda profissional, ou mesmo quando temos tempo não sabemos a quem recorre. Engano! com pequenas atitudes e poucos minutos temos todas essas informações de maneira rápida, prática e personalizada de acordo com sua necessidade.

Após diversas solicitações de leitores passei a fazer consultoria on line. Orientando os interessados a organizar suas finanças e chegar mais próximo de seus sonhos.

Mais informações mande email para: consulpex@bol.com.br

Saia da corrida dos ratos e comece a fazer o dinheiro a trabalhar para você.

sexta-feira, 4 de julho de 2014

O QUE É "TAXA DE ADMINISTRAÇÃO" EM PREVIDÊNCIA PRIVADA?


Os idosos mudaram, prepare-se para seu amanhã.
Idoso sim, velho nunca!


Taxa de Administração! O preciso saber ??




Você sabe analisar seu plano de previdência? são tantos detalhes que só mesmo um especialista pode nos ajudar e é isso que Clemom está fazendo, nos ajudando a entender melhor e contratar o produto que vai realmente atender as necessidades futuras.


A regra de evitar as altas taxas de administração não vale apenas para os fundos de investimento comuns como também para os de previdência privada. A maioria dos fundos de aporte inicial baixo oferecidos nos Bancos pelos seus gerentes cobra altas taxas. As taxas de administração média dos fundos de previdência de varejo que investem apenas em renda fixa é de 2,85% ao ano. Essa taxa é mais alta do que a média praticada entre os fundos de renda fixa comuns, que, no varejo, é 2,39% ao ano.
Na renda variável a coisa não melhora. Fundos de previdência balanceados – que têm algum percentual em renda variável – têm taxa de administração média de 2,76% ao ano no varejo, segundo a Anbima, a média dos fundos multimercados comuns é de 1,85% ao ano para o segmento de varejo.
Assim como ocorre com os fundos de investimento comuns, as melhores taxas dos fundos de previdência são reservadas a clientes de alta renda. Contudo, no segmento de middle Market – aberto a investidores em geral, mas que requerem aportes iniciais um pouco maiores, de alguns milhares de reais – as taxas são bem mais atrativas e podem fazer o investimento valer a pena.
O ideal, portanto, é juntar dinheiro para optar por fundos de aporte inicial maior (os aportes mensais são geralmente mais acessíveis). Se o fundo investir 100% em renda fixa, o ideal mesmo é que a taxa não passe de 1% ao ano. Dependendo da política de investimento do fundo e do histórico de rendimentos, uma taxa máxima de 1,5% é tolerável. Para fundos com percentual em renda variável podem ser aceitas taxas em torno de 2% ao ano.
Mas se a sua empresa oferece fundo de previdência fechado (fundo de pensão), esta será a melhor opção, pois as taxas dos fundos de pensão são baixíssimas, quase simbólicas, e em geral imbatíveis no mercado.
Já temos seguradoras no mercado trabalhando com taxas de Administração de 0,70%, 0,80%, mas é preciso ter cautela pois na maioria dos casos, vêem agregadas a tábua atuarial BRMS, que poderá diminuir sua renda mensal em até 55% dependendo do caso.
Nossa equipe realiza consultoria completa do seu fundo sem qualquer custo, entre em contato conosco, somos a melhor consultoria em Previdência do Mercado.

Clemon Alves
Especialista em Previdência Privada


quinta-feira, 3 de julho de 2014

O QUE É "TAXA DE CARREGAMENTO" NA PREVIDÊNCIA?





Mais uma dica importante do nosso amigo Clemom Alves para anlaisar na hora de contratar um plano de previdência privada. É importante saber que se você está em um plano que não é tão rentável para seu futuro você pode mudar e passar a ter benefícios melhores, seu futuro agradece.




Taxas de carregamento em Planos de previdência.



Fundos de previdência privada geralmente contam com uma taxa adicional, a cada aporte ou na aplicação inicial, chamada taxa de carregamento.
Ela come uma parte do valor aplicado antes mesmo de o dinheiro entrar no fundo. Ou seja, se você investe 100 reais e a taxa de carregamento é de 3%, em todas as contribuições de sua previdência privada serão descontados R$ 3,00 e só contabilizará para sua reserva R$ 97,00. Contudo, já é possível encontrar seguradoras que isentam o investidor dessa taxa. Os Bancos são os maiores vilões nesse tipo de cobrança não aliviam ninguém, mas já encontramos alguns grandes bancos que dependendo do valor não cobram e ainda oferecem a taxa de carregamento regressiva, que com o tempo de investimento pode chegar a zero. Porém o ideal mesmo é investir em fundos que não cobram essa taxa, o que representa um custo a menos para minar a rentabilidade do investidor.
Fique atendo a essa cobrança pois representa uma variável importante em planos de previdência Privada, pois pode minar toda sua estratégia de ter um futuro mais tranquilo.
Nossa Equipe realiza consultoria para avaliar sue plano e trazer o que têm de mais rentável no mercado e com as melhores condições.
Clemon Alves
Especialista em Previdência Privada


quarta-feira, 2 de julho de 2014

O QUE "TÁBUA ATUARIAL" NA PREVIDÊNCIA?







Amigos, não basta simplesmente contratar um plano de aposentadoria, temos que contratar um que realmente atenda nossas necessidades e conhecer as regras do jogo, ou seja, o que faz a diferença entre um plano e outro é o primeiro passo. Vai informação importante do nosso amigo Clemom, um especialista no assunto.


Tabua atuarial o vilão desconhecido!!!



O nome pode soar estranho, mas as tábuas estão por trás dos populares planos de previdência privada. Ou seja: se você tem um investimento para aposentadoria complementar, saiba que esse instrumento é uma das referências para os cálculos de expectativa de vida feitos pelas seguradoras. Sendo assim, a tal tábua não é tão estranha e sim uma das variáveis mais importante em um plano de Previdência Privada, isto porque em alguns casos a diferença da renda Mensal pode girar em torno de 55%.
As seguradoras calculam a renda que será paga no futuro, na hora de resgatar o investimento, considerando a estimativa de quantos anos o participante do plano poderá viver. Para fazer esses cálculos, as instituições nacionais utilizavam até o ano de 2010 as tábuas de vida da população dos Estados Unidos, como as chamadas AT 49, AT 83, AT 2000 – o número nas siglas refere-se ao ano que cada uma delas foi elaborada.
Mas no ano de 2010 as Seguradoras no Brasil elaboraram a sua própria tabua de mortalidade a BR-EMS e trouxe uma enorme diferença na renda aos consumidores Brasileiros que fizerem seus planos a partir de então, mas essa diferença foi muito negativa e reduziu o valor da renda que irão receber na sua aposentadoria.
A maioria das seguradoras e empresas de previdência privada está adotando, em seus cálculos de renda mensal vitalícia, a BR-EMS, a mais moderna das chamadas tábuas que medem a sobrevida que o segurado tende a ter a partir de determinada idade.
O assunto é técnico, ligado à atuária ramo da estatística que estuda o seguro social-, parece distante do dia-a-dia, mas afeta diretamente o bolso dos clientes da previdência privada.
Tábuas mais modernas embutem maior tempo de vida média, reduzindo, consequentemente, o valor do benefício pago pelas empresas -embora outros fatores afetem os cálculos.
A renda mensal vitalícia que as pessoas contratam nesses planos depende, basicamente, do montante acumulado e do número de anos que elas viverão recebendo a complementação da aposentadoria -além das taxas cobradas pelos planos etc.
Temos ainda no mercado algumas seguradoras que praticam a AT 2000 no mercado sendo um excelente e vantajoso negócio para os novos consumidores de previdência Privada, orientamos nossos clientes e amigos para não ser ater apenas na rentabilidade, mas também em qual é sua tábua atuarial.
Realizamos consultoria em previdência Privada, sem qualquer custo e avaliamos em que tábua atuarial Você se encontra.
Essa era a dica de hoje espero que tenha gostado.
Clemon Alves
Especialista em Previdência Privada

sábado, 28 de junho de 2014

PRIMEIRAS LIÇÕES FINANCEIRAS PARA SEU FILHO




Aprender a administrar o orçamento pessoal é um desafio que muitos adultos não conseguem encarar com sucesso, pois, além de responsabilidade e determinação, exige treino, por mais banal que uma contabilidade doméstica possa parecer. Que tal ensinar a seus filhos como lidar com o dinheiro desde os primeiros anos da infância? É claro que não se trata de dar aulas sobre os rudimentos da matemática financeira aos 2 anos de idade. Mas, bem cedo, os pais já devem começar a introduzir na vida dos filhos alguns conceitos relacionados ao valor e ao uso de cédulas e moedas, bem como à importância de poupar para o futuro. É um tema cujo interesse vem crescendo no ensino fundamental dos Estados Unidos e dos países da Europa – na Inglaterra, virou até matéria obrigatória em muitas escolas. No Brasil, a educação financeira apenas engatinha, e a experiência já colhe bons resultados.
A primeira iniciativa partiu da cientista política e consultora Cássia D'Aquino, de São Paulo. Em 1996, ela criou um programa de ensino destinado a crianças de 2 a 14 anos, que já foi adotado por diversas escolas de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Rio Grande do Sul e Curitiba. O objetivo é mostrar à garotada como ganhar, usar e economizar dinheiro, assim como a ética envolvida nesses processos. Os alunos da Escola Pacaembu, de São Paulo, pioneira na implantação do projeto, familiarizam-se com noções de preço e poupança. "Propomos atividades práticas em sala de aula e em situações do dia-a-dia, como um passeio ao teatro ou compras no supermercado", explica a professora Maria Cristina Sauberlich de Pádua. No Instituto GayLussac, de Niterói, no Rio de Janeiro, há exercícios como simular uma situação em que o aluno exerce determinada profissão e deve apresentar uma planilha de gastos de seu salário todo mês. Outra experiência, de grande atualidade depois do apagão, é calcular com detalhes os custos de energia elétrica de uma família. Segundo o diretor pedagógico Roberto dos Santos Almeida, os pais costumam elogiar o programa ao perceber mudanças de hábitos em seus filhos. "Quando têm noção da dificuldade de ganhar, os meninos dão mais valor ao dinheiro", diz Almeida.
Mesmo sem a matéria no currículo, os pais podem desde já iniciar os pequenos no bê–bá financeiro com conceitos bem simples. "O primeiro passo é ensiná-los a distinguir aquilo de que precisamos daquilo que simplesmente queremos", explica a consultora Cássia D'Aquino. "Quem não souber isso dançou. É o caso das pessoas que compram um carro importado antes da casa própria." Uma boa maneira de fazer com que seu filho entenda essa diferença é enfatizar o significado dessas palavrinhas em situações cotidianas, como dizer que ele precisa tomar banho ou deixá-lo responsável por checar quais produtos estão faltando em casa e, por isso, precisam ser comprados. Também é fundamental fazer com que a criança associe poupança a cuidado e entenda que se trata de desistir de algo no presente para conseguir um benefício futuro. "Quem compreender isso de verdade não terá problemas com cheque especial nem com cartão de crédito mais adiante", diz Cássia. Repetir-lhe idéias simples, como poupar o brinquedo para quando quiser usá-lo novamente, ou poupar um pedaço do lanche para quando tiver fome, pode ajudar bastante. Dessa maneira, quando começar a ganhar mesada, fica mais fácil convencê-la da importância de guardar uma parte.
A mesada é uma das principais fontes de dúvidas e equívocos dos pais. "Como eles têm muito prazer em satisfazer os desejos dos filhos, acabam errando demais. Mesmo que se trate de uma família de alta renda, não é aconselhável encher o filho de dinheiro", adverte o psiquiatra Içami Tiba, de São Paulo, especialista em crianças e adolescentes. Uma pesquisa realizada no ano passado pelo Cartoon Network, canal de TV a cabo dirigido ao público infantil, com 1 000 crianças de 6 a 11 anos de São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre, mostrou que 40% delas recebem alguma quantia semanal ou mensal dos pais. Há regras úteis para encontrar o equilíbrio entre ser mão-aberta e pão-duro na hora de estipular o valor (veja quadro). Apesar das divergências quanto à idade certa para iniciá-la e a quantia ideal, os especialistas concordam que se trata da principal ferramenta de educação financeira e, como tal, nunca deve ser vinculada à realização de serviços domésticos, bom comportamento ou desempenho escolar.
"O objetivo é exclusivamente educativo, por isso os pais também não devem agir como caixa de banco, adiantando o dinheiro antes da hora combinada, o que esvazia completamente a função de ensinar a viver dentro de um teto salarial", adverte a educadora Tania Zagury, do Rio de Janeiro, autora de Limites sem Trauma. Ela ensina que uma boa maneira para evitar a "falência" dos filhos é não lhes impor objetivos muito amplos para a mesada no início do processo, aumentando as responsabilidades no uso do dinheiro à medida que a criança for se saindo bem.
Também faz parte da educação financeira a dissociação entre dinheiro e afeto, o que significa muita cautela na hora de dar presentes. A recomendação dos especialistas é reservá-los somente para datas comemorativas, como aniversário ou Natal, por mais bem-sucedida que a criança seja na escola ou na atividade esportiva. Prefira outras maneiras de mostrar-lhe reconhecimento, como um passeio em família ou mesmo um abraço e palavras de elogio. É importante que a garotada aprenda a esperar pela realização de um desejo, mesmo que se trate de algo barato. "Se uma criança é acostumada a conseguir tudo o que quer imediatamente, vai se transformar em um adulto sem limites, daqueles que esbanjam mesmo sem ter dinheiro para pagar um bom plano de previdência privada", avalia o planejador de finanças pessoais Louis Frankenberg, de São Paulo. Ele é contra qualquer tipo de sacrifício dos pais para satisfazer os caprichos materiais dos filhos. Isso inclui o tão esperado carro aos 18 anos. "Quem não faz nenhum tipo de esforço nunca aprende a como chegar lá", explica o especialista.


FONTE:  VEJA

sexta-feira, 27 de junho de 2014

ENSINANDO FINANÇAS PARA OS FILHOS










Quando se trata de dinheiro sempre ficamos em dúvida se estamos educando nossos filhos da forma correta.

Não existe fórmulas mágicas mas a adaptação para cada filho é absolutamente necessária.

Cada ser humano é único e o que dá certo para um necessariamente não dará para o outro.

Dar ao filho tudo o que eles pedem passa a sensação de que tudo é muito fácil e sem valor, um saco sem fundo. Compare se você fizer uma conta na cantina da escola ou somar o que seu filho gasta com lanche durante o mês e lhe dá tudo de uma vez no início do mês. Se ele gastar tudo antes do fim do mês contenha-se e não dê mais nenhum dinheiro e nem deixe ninguém dá avós, tias, madrinhas etc, nem antecipação do mês seguinte (é o que acontece com quem gasta o salário - usa o cheque especial). Só assim ele aprende que a mesada tem que render até a próxima.



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VALE A PENA DAR MESAS?