segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

JOVENS E MESADAS


Jovens gastam mesada sem preocupação em poupar

Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR 06/03/2011 | 08h55 | Comportamento



A universitária Luisa Leoni Cabral, de 18 anos, recebe R$ 300 por mês de mesada dos pais. Com o dinheiro, compra roupas, calçados, cartão pré-pago de celular, faz escova nos cabelos, unhas e ainda reserva parte para baladas. “Consigo controlar os gastos, mas é difícil. Algumas vezes, faço dívidas com a minha avó para conseguir fazer aquilo que quero, como ir a um show, sair num fim de semana ou mesmo comprar alguma coisa”, diz. Assim como Luisa, milhares de jovens brasileiros que recebem mesada estão turbinando o consumo e movimentando a economia no país.

“A pretensão de compra dos jovens na faixa etária de 16 a 24 anos é visível e a grande maioria ainda tem forte dependência dos pais”, diz a coordenadora do Departamento de Economia da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Minas Gerais (Fecomércio Minas), Silvânia de Araújo. Não há estudos no país que calculem o valor que o dinheiro da mesada movimenta na economia, entretanto, segundo especialistas, a grande maioria dos adolescentes e jovens não está preocupada com investimentos ou aplicações financeiras.
A palavra de ordem é consumo e o máximo que fazem é poupar para gastar um pouco mais à frente. “Os jovens estão com predisposição total para consumo e não pensam em investir”, analisa o consultor financeiro Reinaldo Domingos. “Só que precisam saber o conceito de poupar e ter um sonho, seja ele de comprar um sorvete ou de fazer um intercâmbio”, acrescenta.

Loucos por telefone Para ter ideia do poder de consumo dos jovens, no Brasil, mais de 70% deles escolhem os seus próprios aparelhos de celulares, segundo pesquisa da Nielsen. O percentual brasileiro é semelhante aos registrados na Alemanha, Itália, Reino Unido e Espanha e superior ao de emergentes como China e Índia.

O estudo revela ainda que, no Brasil, 56% dos jovens de 15 a 19 anos pagam pelo serviço de telefonia móvel. Na faixa etária de 20 a 24 anos, o percentual sobe para 82%. O estudante Fernando de Freitas Carneiro, de 16, recebe R$ 120 por mês de mesada do pai e guardou parte da renda para comprar o aparelho celular que queria. “Poupei um tempo e consegui. Só não pago minha conta porque meu plano é controle, fixado pelo meu pai”, diz.

Fernando afirma que é organizado com “seu salário” e, para alegria dos consultores financeiros, nunca gasta mais do que tem. “Com a mesada que recebo já consegui comprar mochila da moda e tênis”, conta o estudante. O trio cinema-pipoca-fast food também consome boa parte da renda que ele recebe. “Com isso, não tenho dó de gastar.” Já seu irmão mais novo, Roberto, de 11, recebe R$ 20 por mês e tem outros hábitos de consumo. “Gosto de jogos e livros”, conta.
O pré-adolescente assume que é “mais gastador” que Fernando e reclama do aumento de preços, mesmo ainda sem saber o significado de inflação. “Já ouvi falar, mas o que sei é que a gente economiza, economiza e tudo fica mais caro. Custei a juntar R$ 80 para comprar um joguinho e quando fui ver estava mais de R$ 100”, detalha.

Pesquisa sobre intenção de compra feita pela Fecomércio Minas revela que as prioridades de consumo de jovens de 16 a 24 anos são roupas, calçados e acessórios (37%), seguido por despesas pessoais (25%) e gastos domésticos (24,6%). “Neste último caso, são itens que eles compram para consumir dentro de casa, como pipoca de microondas ou chocolate”, explica Silvânia de Araújo, da Fecomércio.

Estudo e renda


Outro dado que reforça a sede de consumo com o uso da mesada é um estudo da Fundação Getulio Vargas (FGV) com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do IBGE. Os jovens brasileiros na faixa etária dos 20 aos 24 anos, apesar de terem a maior escolaridade entre todas as faixas pesquisadas – o que é determinante de renda –, têm rendimento médio mensal de apenas R$ 445. Isso indica que boa parte deles está fora do mercado de trabalho e recebe dinheiro dos pais.

Na faixa dos 25 aos 29 anos, o valor sobe para R$ 710. Já abaixo de 20 anos, despenca para R$ 140. “Eles não têm rendimentos, mas têm potencial para gerar renda. Quando olham para a frente, imaginam que estarão numa situação bem melhor do que se encontram agora”, avalia o pesquisador do Centro de Políticas Sociais da Fundação Getulio Vargas (FGV) Marcelo Neri. Para ele, o jovem brasileiro não poupa porque é confiante em relação ao futuro. “Portanto, esse consumo momentâneo, essa busca de recompensa imediata, tem lógica econômica”, conclui.
Do Estado de Minas

DIFICILMENTE OS PAIS PREOCUPAM-SE COM A EDUCAÇÃO FINANCEIRA DOS FILHOS.
PENSEM NISSO E MUDEM ESSA REALIDADE.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

PARA SAIR DAS DÍVIDAS





Para sair das dívidas não basta listar as dívidas e pedir ajuda a amigos e parentes.

Para sair das dívidas você precisa de atitude, perseverança, sonhar tem seu preço, portanto saia da inércia e vá a luta.

ATITUDES PARA SAIR DAS DÍVIDAS


Comece já!

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Infidelidade financeira pode ser catastrófica, diz especialista



Reportagem do site Info Money: www.infomoney.com.br
12 de janeiro de 2012 • 10h00
Por: Diego Lazzaris Borges

SÃO PAULO - Casar e ter uma vida a dois implica uma série de responsabilidades. Entre elas, está o controle das finanças, que precisa ser feito da maneira adequada, para que o casal não enfrente problemas com o orçamento e acabe tendo a própria relação estremecida.

De acordo com o especialista em finanças pessoais da MoneyFit, André Massaro, um problema que pode parecer inicialmente inocente, mas que acaba tendo efeitos destrutivos no casamento, é a infidelidade financeira.

Ela acontece quando um dos cônjuges (ou os dois) esconde informações financeiras do outro. “Podem ser coisas pequenas e aparentemente insignificantes, como comprar um sapato novo e dizer para o marido que comprou em uma liquidação, por metade de preço (ou ganhou de alguém), até algo mais sério, como ocultar por muito tempo uma dívida gigantesca que compromete as finanças e o futuro da família”, afirma. “Os efeitos da infidelidade financeira podem ser catastróficos”, alerta.

Ele lembra que uma dívida que cresce descontroladamente, por exemplo, pode afetar a relação do mais apaixonado dos casais. “Outros deslizes, como a mulher que compra um sapato escondido ou o marido que utiliza parte das reservas do casal para comprar um novo 'gadget' eletrônico, podem ter um impacto financeiramente pequeno, mas criam uma fissura perigosa na confiança do casal”, afirma o especialista.

Tipos de infidelidade financeira

Mas a infidelidade financeira não é caracterizada apenas por compras e endividamentos. “Muitas pessoas mantêm reservas, poupanças e 'contas secretas' escondidas de seus cônjuges”, diz Massaro.

Segundo ele, isso pode acontecer por várias razões, como a desconfiança na capacidade de gestão financeira do cônjuge. “É o caso daquela mulher que mantém uma 'poupança secreta' para garantir o conforto da família, imaginando que o marido 'ousado' vai quebrar a qualquer momento”, exemplifica.

Para desencorajar a infidelidade financeira , o especialista aconselha que o casal adote um procedimento de planejamento e controle financeiro que envolva os dois. “Uma espécie de reunião financeira mensal, onde o casal, em conjunto, revisa as contas e os planos”, aconselha.

domingo, 15 de janeiro de 2012

COMO MANTER A VIDA FINANCEIRA EQUILIBRADA?

Semanalmente eu recebo vários emails pedido orientação financeira e uma pergunta comum é: COMO FAÇO PARA ORGANIZAR MINHAS FINANÇAS?

Muitas pessoas sentem vontade e necessidade de organizar suas finanças, fazer um planejamento, mas devido a cultura que temos e a falta de ensinamento desse assunto durante toda a vida fica muito difícil saber por onde começar.

O planejamento deve ser feito em 3 fases:




ORÇAMENTO - DIAGNÓSTICO FINANCEIRO





I - Primeira fase - DIAGNÓSTICO




Essa é a fase do conhecimento e da análise, é nessa fase que você vai parar para pensar em você e em suas finanças (seja minuncioso) e descubra:




- suas receitas - Quanto realmente você ganha? inclua tudo salários, extras, benefícos como ticketes, bolsas de estudos, vales e tudo que se você sair do emprego vai perder e ter que desembolsar de seu bolso.
- suas despesas - Anote TUDO, passe um mês anotando todas as despesas que você tem, inclusive gorjetas, lanches, estacionamentos. As grandes contas e prestações fica fácil ela é muito visível mas são nas pequenas contas que o jogo faz diferença pois vamos gastando aos poucos e nem percebemos.
- seus objetivos - por que você precisa guardar dinheiro? para uma velhice tranquila? para aposentar-se cedo e passar a curtir a vida? para ter liberdade de ficar sem emprego e buscar melhor oportunidade? para comprar casa nova? carro novo? tirar as férias dos sonhos? abrir um negócio? descubra seus objetivos que ficará mais fácil ir em busca dos objetivos, quando não se sabe onde quer chegar nenhum vento é favorável.
- seu perfil financeiro - Poupador, gastador, controlado, descontrolado, tô nem aí, financista etc...
- seus motivos de gastar - Auto afirmação? cobrir carência afetiva? status? stress? seja sincero com você e faça uma análise justa e coerente.
- seus motivos de economizar - Medo? insegurança? vontade de vencer? para não voltar em situação qeu já passou e não gostou? quer um futuro melhor? esse item está muito ligado a seus objetivos, seja sincero e coerente.
- sua personalidade - autoritário, exibido, retraído, medroso, destemido, arrojado, cauteloso...

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

QUANDO COMEÇAR A DAR MESADA?





No momento em que chegam à fase da pré-escola por volta dos cinco anos de idade, as crianças ficam curiosas sobre o dinheiro e percebem que certas coisas que elas desejam podem ser compradas. Nesta fase elas já são capazes de identificar notas e moedas, portanto é a partir dessa fase que a maioria dos especialistas aconselha os pais a iniciarem com a mesada.

Nesta fase seu filho já deve compreender o conceito do dinheiro e já saber contar, também. Isso significa que tem idade suficiente para começar a aprender a gastar, economizar, investir e doar dinheiro. Vale lembrar que mesmo que seu filho já tenha passado dessa idade, nunca é tarde para ele começar a aprender sobre como lidar com o dinheiro.



FONTE: EDUCAÇÃO INFANTIL

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

SAIBA O QUE PODE QUEIMAR O SEU FILME NA HORA DE CONSEGUIR UM EMPREGO



Falar mal da empresa anterior é o que mais prejudica imagem de profissional em novo emprego

Pesquisa realizada pelo Nube aponta que a resposta foi indicada por 37,13% dos profissionais entrevistados


Criticar empresas onde já trabalhou é a atitude que mais pode prejudicar a imagem do profissional no meio corporativo. Ao menos é o que aponta um levantamento realizado pelo Nube (Núcleo Brasilero de Estágios).

A resposta foi indicada por 37,13% dos entrevistados, sendo a maioria dos respondentes estagiários.

Em segundo lugar, está falar mal do colega de trabalho, cujas menções atingiram 25,79%. Em seguida, aparecem revelar segredos para concorrentes, com 19,62%, vestir-se de maneira inadequada (15,24%) e comentar o salário dos outros (2,23%).

Dificuldades do profissional
Para a gerente de Treinamento do Nube, Carmen Alonso, os fatos mais indicados pelos entrevistados - falar mal da empresa e do colega -revelam a dificuldade comum que os profissionais têm em determinadas situações. Segundo ela, os brasileiros têm a tendência de responsabilizar os outros pelo seu processo de desenvolvimento.

Como exemplo, ela cita que os profissionais culpam as empresas em que trabalharam anteriormente por não dar oportunidade de crescimento. Estas pessoas não se questionam o que deixaram de fazer para conseguir uma promoção ou trabalhar em novos projetos.

“Quem é culpado? A empresa ou o profissional que não fez nada para melhorar? Infelizmente, a maioria só consegue ver que o erro é da empresa”, diz

Sobre falar mal do colega, ela explica que isso ocorre porque os profissionais não conseguem resolver situações diretamente com quem está incomodando. Ela acrescenta que isso é comum até mesmo com pessoas que são extrovertidas, que, apesar de serem comunicativas e falantes, apresentam dificuldades para resolver conflitos.

Segredos para concorrentes
Sobre contar os segredos corporativos, a especialista explica que isso deixa de ser apenas falta de ética para se tornar “desvio de caráter”.

“Informação é ativo da empresa. Isso deve ser respeitado. Em algumas empresas não se pode nem deixar documentos em cima da mesa. Por isso, é preciso ter o dobro de cuidado. Lembre-se de que, se você contar para um amigo mais próximo, ele também também pode contar para um amigo mais próximo”.

Roupa e salário
Em relação a ter imagem prejudicada pela vestimenta, Carmen comenta que isso é comum principalmente entre os jovens que não têm experiência no ambiente de trabalho. Mas não é somente às roupas que se vai trabalhar que é necessário ter atenção.

Os profissionais devem cuidar também do tipo de vestimenta que aparece nas redes sociais. Segundo ela, de nada adianta trabalhar de roupa social, durante toda a semana, e colocar uma foto de lingerie ou biquíni no Facebook. “A imagem é prejudicada do mesmo jeito”.

Por fim, sobre os comentários de salário dos colegas, ela explica que não deveria acontecer de jeito nenhum, mas em quase todas as empresas este tipo de informação sempre acaba chegando aos ouvidos dos profissionais.


fonte: administradores.com.br

domingo, 8 de janeiro de 2012

DISCIPLINA FINANCEIRA

Para iniciar uma nova vida com dinheiro a palavra de ordem é disciplina, muita disciplina, aliás como tudo na vida.

Todo dia ao acordar, antes de levantar-se faça uma pergunta a você mesmo: "eu quero fazer o dinheiro trabalhar para mim ou trabalhar para o dinheiro?"

Guarde todo dia um pouco, nem que seja uma pequena moeda, mas tenha disciplina e em pouco tempo você verá o resultado. Faça isso mesmo que você esteja devendo, afinal você é mais importante do que qualquer credor, então... pague-se primeiro.


Se você quer deixar de dever comece a economizar.
Se quer ter um futuro tranqüilo comece a economizar.
Se você quer ser rico comece a economizar.
Enfim... para qualquer equilibrio financeiro a palavra de ordem é economizar.
Lembre-se do velho cofrinho... "de grão em grão a galinha enche o papo" e "de moeda em moeda você faz seu pé de meia".


Todos nós sabemos o que temos que fazer mas não temos é disciplina de sacrificar a mordomia, os mimos e o olhar de inveja dos colegas.


Para economizar é preciso alguns sacrifícios. Um centavo guardado é um centavo ganho (quando investido corretamente). Mas com certeza um centavo gasto é um centavo gasto.


O que guardamos não está associado apenas ao quanto guardamos mas também como investimos. Se não conseguiu começar cedo, comece agora.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Midia News | Cotidiano | Sete metas financeiras para 2012




Midia News | Cotidiano | Sete metas financeiras para 2012


Voltar para a academia, parar de fumar, estudar mais, dedicar mais tempo à família estão entre as clássicas metas para o ano novo. Mas especialistas em economia sugerem que os brasileiros incluam em sua lista pelo menos uma meta relacionada às suas finanças pessoais. Para quem precisa de inspiração, eles sugerem sete práticas para serem adotadas em 2012.

Algumas delas são mais simples, como por exemplo "busque informações sobre finanças pessoais", outras, mais difíceis, como "comece a poupar". De qualquer forma, serão necessários alguns esforços para uma vida financeira saudável em 2012. "Não vai bastar ter pulado as sete ondas desejando ficar rico, ou ter colocado sementes de romã na carteira," diz o consultor financeiro Mauro Calil.

Confira abaixo as 7 práticas sugeridas pelo economista norte-americano Dan Ariely, especialista em economia comportamental do Massachusetts Institute of Technology (MIT), José Nicolau Pompeo, professor de Finanças da PUC-SP, Fábio Moraes, diretor de educação financeira da Federação Brasileira de Banco (Febraban) e Calil.

1) Poupar

Poupar é a principal prática a ser adotada pelos brasileiros em 2012, na opinião de Dan Ariely, autor do best-seller "Predictably Irrational" ("Previsivelmente Irracional"). Entre tantos assuntos que envolvem o universo financeiro, como onde investir seu dinheiro e como aumentar suas receitas, "a maior contribuição que uma pessoa pode fazer para si mesma é começar a poupar," afirma Ariely.

Para começar a poupar, é preciso também começar a gastar menos e, segundo ele, o começo do ano é sempre um bom momento para examinar as despesas. "Na realidade, o que você vai guardar é aquilo que você não vai gastar," diz.

Particularmente no Brasil, onde o acesso ao crédito tem crescido muito para os consumidores, ele considera que o início deste ano deve ser visto como um momento oportuno para que as pessoas avaliem o quanto está sobrando de dinheiro após seus gastos. "Então a minha sugestão de ano novo para os brasileiros é que examine seus gastos com cuidado e vejam quais são as coisas com que estão gastando, mas que não contribuem de fato, para sua felicidade ou para sua satisfação de vida. Então é preciso cortá-las," afirma.

Caso considere que não tem nenhuma despesa supérflua para eliminar, ele sugere que sejam cortados dois ou três gastos classificados como necessários. "Muitas vezes achamos que deixar de ter TV a cabo ou mudar o plano do celular para um mais limitado terão um grande impacto em nossas vidas, mas pode ser que essas mudanças sejam muito menos significativas do que pensávamos," diz.

2) Ser um consumidor mais esperto

Aproveitar promoções pode gerar uma economia significativa para o bolso do consumidor, o que pode fazer muita diferença no orçamento mensal. Assim, ficar atento às promoções e ser um consumidor mais esperto é um ótimo hábito para adotar em 2012
Antes de comprar um produto ou contratar um serviço, principalmente os mais caros, vale a pena gastar um tempo comparando os preços em lojas e fornecedores de interesse. Veja também se o que você procura está entre as ofertas dos sites de compras coletivas, mantendo sempre o foco para não acabar gastando com itens que não estavam nos planos.

Além disso, alguns cuidados diários podem ajudar o consumidor a ser mais esperto em suas compras ou, pelo menos, menos vulnerável. Pompeo sugere não levar crianças ao supermercado. "Os produtos mais caros e que chamam a atenção das crianças são dispostos, propositalmente, nas gôndolas mais baixas," comenta. Também não é recomendável ir fazer compras com fome.

Nas lojas, não se deixe convencer por vendedores que fazem elogios ou oferecem bebidas enquanto você vê os produtos. "E jamais faça compras pela internet quando estiver com teor alcoólico alto," acrescenta.

3) Não fazer dívidas

Não contrair dívidas é prática de ano novo sugerida pelo professor Jose Nicolau Pompeo, da PUC-SP. "Há casos de pessoas que ganham R$ 1.500 ao mês, mas gastam R$ 250 com a prestação de uma moto. É uma dívida muito grande quando comparada ao salário," afirma, recomendando que os brasileiros sejam mais firmes diante das tentações de consumo em 2012.

"Somos estimulados a gastar e a tomar crédito o tempo todo. Mas é preciso resistir às tentações," afirma. Uma forma prática de fazer isso é limitar o número de cartões de crédito. A sugestão dele é que ninguém tenha mais do que dois.

É preciso tomar cuidado também com o parcelamento das contas, diz. "Quando vamos ao supermercado, o caixa oferece para pagarmos em três vezes, sem juros. Então, da próxima vez que vamos às compras, tendemos a pensar: ‘posso gastar um pouco mais, já que vou pagar em três vezes. Mas isso é um perigo, pois é o começo do endividamento," afirma.

Além disso, antes de se comprometer com uma nova prestação, Pompeo sugere que o consumidor faça a seguinte conta: "pegue o valor do salário líquido e subtraia as despesas fixas e supérfluas. Do valor restante, não assuma um financiamento cuja prestação seja superior 80%." Ou seja, para quem tem uma renda líquida de R$ 2.500, por exemplo, e despesas de R$ 2.000, o valor a ser direcionado para parcelas de compras não deve superar R$ 400. Os 20% restantes devem ser poupados.

4) Não pagar apenas o mínimo do cartão de crédito

Uma das mais importantes práticas financeiras que os brasileiros precisam adotar, na visão dos especialistas, é não pagar o mínimo do cartão de crédito. Por mais difícil que seja organizar as contas, eles sugerem que os consumidores se esforcem muito para não precisar pagar apenas uma parte da fatura
"Quando pagamos o mínimo, temos o saldo liberado para gastar novamente no mês seguinte, mas sobre o valor que não pagamos incidem juros altíssimos. É muito importante pagar a fatura do cartão de crédito em dia e integralmente," diz o consultor financeiro Mauro Calil.

Quem tem uma conta de R$ 1.000 e paga apenas R$ 150, que são os 15% mínimos exigidos, terá, no mês seguinte, um saldo devedor de R$ 935, já que terá que pagar juros sobre o valor remanescente. Se continuar pagando o mínimo durante um ano inteiro, terá uma dívida de R$ 477,4 depois de já ter desembolsado R$ 1.277,50 (considerando que a pessoa não gastou mais nada além dos R$ 1.000 iniciais).

A sugestão de Fábio Moraes, da Febraban, é que o consumidor não use cartão de crédito - e também o cheque especial - como extensão de seu salário. Quem está endividado e, por isso, está recorrendo ao cartão de crédito para pagar as despesas pode tente renegociar suas dívidas com os intermediários financeiros. "Renegocie e também avalie a necessidade de trocar uma divida ruim, por uma melhor. Por exemplo, se estiver endividado no cartão de crédito, ou no cheque especial, de repente optar por uma linha de financiamento mais adequada, como o crédito consignado, pode ser uma boa opção, pois pagará menos juros", diz Moraes.

Para facilitar o controle dos cartões, o consumidor deve cuidar para que a soma do limite de seus cartões - de preferência, apenas dois - não superam 50% da renda líquida, diz Mauro Calil. Se o salário é R$ 3 mil, por exemplo, os limites não devem ultrapassar R$ 1500.

5) Começar uma planilha de orçamento

Escrever os ganhos e gastos em uma planilha ou no papel é outra prática sugerida pelos especialistas para 2012. A periodicidade do acompanhamento não precisa ser diária ou semanal, mas sim mensal.

Uma das vantagens de adotar este hábito é evitar grandes surpresas. Além disso, o controle do orçamento ajuda a evitar o endividamento, diz Moraes.

A melhor maneira de começar pagar as contas e já colocá-las em um envelope. Para quem faz tudo pela internet, o ideal é incluir os valores em uma planilha assim que a conta for paga, ou anotar em uma agenda. No último dia do mês, é só lançar tudo na mesma planilha.

Além das contas, é preciso incluir o salário líquido e demais fontes de renda. Assim será fácil visualizar o dinheiro que sobra para gastos extras depois de pagas as contas principais
6) Fazer uma reserva financeira

As reservas de dinheiro são para eventos inesperados e poupar para este objetivo é uma das mais importantes práticas financeiras a serem adotadas, dizem os especialistas. Se esta prática não for a escolha do leitor entre as sete sugestões para 2012, deve ser adotada o quanto antes. "Estamos todos sujeitos a acidentes ou a perda do emprego, o que pode levar, em alguns casos, 12 meses para que a vida volte ao normal. Por isso, é preciso ter o dinheiro para este período," diz Calil.

A recomendação de Moraes, da Febraban, é que todos tenham uma poupança de emergência equivalente a pelo menos três meses de salário. O ideal, na verdade, são 12 meses. O dinheiro deve ser colocado em uma aplicação sem risco ou pouco arriscada, e que permita o saque a qualquer momento, como o caso da poupança.

Quem está começando do zero, pode demorar um pouco para conseguir completar sua reserva. Mas uma forma de começar a adotar o hábito é guardar 10% do salário, todos os meses, para este fim.

Para complementar, quem achar que consegue pode tentar também fazer reservas para pagamentos já esperados. Uma forma de fazer isso é guardar, todos os meses, um pouco de dinheiro para o pagamento do IPVA do carro no ano seguinte, diz Pompeo. "Hoje em dia, muitos brasileiros têm carros. Se o imposto é R$ 2000, ele pode poupar R$ 200 ao mês. Quando chegar janeiro do ano que vem, terá pelo menos R$ 2400 e não passará aperto," diz
7) Ler mais sobre finanças pessoais

A primeira aplicação financeira que devemos fazer é investir em educação financeira, diz Mauro Calil. Portanto, começar a buscar informações sobre o assunto é uma ótima prática para o ano novo.

Ainda que não existam muitos livros de finanças pessoais no Brasil, é possível aprender sobre o assunto e em cursos e palestras gratuitos. "O que não se pode fazer é reclamar da falta de dinheiro e achar que pular as sete ondas no réveillon vai deixá-lo rico," diz Calil. Algumas boas fontes de informações financeiras são as rádios, os jornais e os sites na internet.

fonte: Midia News

Botando ordem na vida financeira: de gastador a poupador em 7 passos











Primeiro passo
: Decida-se, de verdade, a planejar sua vida financeira. Para tornar essa empreitada mais saborosa, defina objetivos para esse esforço: aposentadoria, educação dos filhos, uma viagem espetacular, a compra da casa própria ou de um carro. Estabeleça as prioridades e prazos realistas para alcançar cada meta.


Segundo passo: Nesse processo é fundamental conhecer as despesas e receitas de sua família. Durante um mês anote rigorosamente todos os gastos e compare com os ganhos. Você vai se surpreender ao perceber quanto dinheiro está sendo desperdiçado. Lembre-se que, a partir de agora, cada centavo poupado vai deixá-lo mais próximo de alcançar seu objetivo. Por isso, não hesite em cortar pequenas despesas, como o aluguel de DVDs que ninguém assiste ou - coragem! - a cervejinha do fim de tarde.

Terceiro passo: Faça (e agarre-se a ele) a um orçamento familiar. Chame sua família a participar. Peça que façam sugestões de corte de gastos. Explique a necessidade de diminuir as despesas para que vocês construam uma poupança. Seduza-os contando o objetivo da tal poupança. Depois disso vai ficar muito mais fácil convencê-los a pensar duas, três, mil vezes, antes de adquirir um bem de consumo. Afinal, será que vocês realmente vão precisar dele?

Quarto passo: Livre-se das dívidas. Os juros que você paga no cheque especial ou no crédito direto ao consumidor podem virar receita se, em vez de consumir, você aplicar o dinheiro para comprar à vista mais adiante.

Quinto passo: Todo mês reserve parte de sua renda para investimento. Antes de fazer qualquer despesa, aplique o dinheiro. Guarde parte do 13° salário, para iniciar ou reforçar a poupança.

Sexto passo: Não seja ávido demais. Não tente compensar de um dia para o outro anos e anos de gastança. Use a cabeça. Nem sempre a aplicação que oferece maior rendimento é a melhor para você. Lembre-se que quanto maior a chance de lucro, maiores também são os riscos. Portanto, seja sensato e avalie, cuidadosamente, a liquidez, rentabilidade e segurança da aplicação.

Sétimo passo: Procure instituições financeiras de comprovada idoneidade. Fuja daquelas que prometem lucros extraordinários em curto espaço de tempo. Milagres financeiros simplesmente não existem.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

INSATISFEITO COM O EMPREGO - O QUE FAZER?



Início de ano nos leva a muitas reflexões e isso inclui também nossa vida profissional, muitas vezes "aturamos" o emprego por não poder pedir demissão devido a nossa dependência financeira, afinal, como iríamos sobreviver????

Pense, analise e prepare-se para a virada, não pode ser de qualquer jeito para evitar maiores problemas mas dando o primeiro passo certamente esse dia vai chegar. A HORA DE CHUTAR O PAU DA BARRACA e passar a viver de maneira mais prazerosa no trabalho também.

FELIZ 2012!


Muitas pessoas passam vários anos trabalhando em uma empresa mesmo estando insatisfeito e isso ocorre porque não tem como se manter sem o salário que recebe no final do mês. O mesmo pode acontecer se você está percebendo que a empresa está realizando cortes e você pode ser o próximo.

Não se maltrate tanto, a vida é curta e passa muito rápida não é justo com a vida deixar de viver por descontrole financeiro.

Agora o que posso fazer se não tenho dinheiro para pedir demissão e "chutar o balde" e conseguir me manter?

  1. Descubra em que você quer trabalhar - em outra empresa ou em seu próprio negócio não interessa o importante é que você realmente saiba o que quer.
  2. Quanto é necessário para sua manutenção mensal (sem exagero, só o essencial)
  3. Trabalhe focado para juntar o suficiente para bancar 6 meses de suas despesas
  4. Elimine TODAS as suas dívidas, pare de comprar e gaste apenas o necessário - o sacrifício vai valer apena.
  5. Saia de bem com colegas e superiores, pode ser útil para você, em seu novo caminho.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

ORÇAMENTO ANUAL - INICIANDO O ANO



O orçamento é a semente que irá fazer seu dinheiro crescer...


Bem, todo início de ano é a mesma coisa... várias dívidas surgem com a chegada do ano novo: Matrículas, materiais escolares, IPTU, IPVA, anuidade de conselhos de classe, seguros e sem contar que no final do ano as despesas com festas e presentes sempre são maiores e com isso o cartão de crédito de Janeiro e Fevereiro vem bem recheados.

Vamos iniciar o ano com essas dívidas já que elas são inevitáveis mas vamos também planejar o orçamento para que os impactos sejam mínimos e os resultados muito melhores que os anos anteriores.
  1. Primeiro passo é conhecer a situação - Liste todas os compromissos numa planilha para você ter uma visão futurista e saber até quando vão seus compromissos extras; Click aqui e preencha sua PLANILHAS
  2. Sinto muito mas não há mágica, se você não foi o ganhador da Mega Sena do final do ano ou não fez nenhuma reserva para as despesas extras terá que se virá com o que tem disponível: Faça cortes em suas despesas mensais de modo a fazer sobrar recursos ou realize "bicos" para ter um pouco mais de dinheiro DICAS: Pechinchar sempre , Faça orçamento , Mandamentos de orçamento
  3. Reduza na feira mensal e semanal, reduza no combustível, reduza nas farras e em tudo mais que tiver ao seu alcance;
  4. Pague seu cartão de crédito total, mesmo que para isso você tenha que fazer as compras de casa ou colocar combustível no cartão, é uma troca mas o dinheiro que era para ser da feira tem que ir direto para liquidação de dívidas não pense que porque está com dinheiro na mão ele é sobra, ELE JÁ TEM DONO (suas dívidas), vá fazendo isso regularmente e reduzindo o saldo do cartão a cada mês - gastando menos na feira/supermercado e no posto de combustível, farra...;
  5. Seja econômico na hora de comprar os materiais escolares, tente fazer troca de livros na escola com os pais de aluno de uma série na frente de seu filho, busque livros em sebo (tem que ser rápido pois quanto mais deixar para depois mais difícil conseguir), veja se é possível comprar a farda nova um pouco mais para frente, afinal cada mês que passa você reduz mais suas despesas;
  6. Não use o cheque especial, se precisar de dinheiro extra solicite empréstimo ao banco, mesmo que daqui a dois meses você tenha dinheiro extra por férias ou prêmios, é melhor tirar o empréstimo e liquidar antecipado do que entrar no cheque especial para liquidar em dois meses sairá muito mais caro.
  7. Suspenda o uso do cartão de crédito para despesas extras, use exclusivamente para adiar o pagamento de despesas atuais e de muita necessidade para destinar o dinheiro a liquidação de dívida, assim ele reduzirá o saldo;
  8. Use todas as armas que seu banco disponibilizar: dias sem juros, pagamento de contas com cartão (verifique se a tarifa é menor que os juros que você iria pagar), fazer pagamentos em cheques inferiores na lotérica na sexta feira após o expediente bancário (com isso você ganha pelo menos 3 dias e quando não se tem dinheiro qualquer dia é uma vantagem);

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

PREPARANDO PARA ORGANIZAR AS FINANÇAS NO ANO NOVO -PLANILHAS

Organize seu orçamento, domine seu rumo financeiro será mais fácil chegar ao final do ano com dinheiro aplicado ou com as dívidas reduzidas.


Se você tem dívidas:

Faça um levantamento de quanto você deve TUDO e trace uma meta de redução mensal, sei que muitas vezes não tem como liquidar tudo rápido como queremos, mas o importante é que cada mês a dívida seja um pouco menor do que o mês anterior.

Pague primeiro quem cobra mais juros, como cartão de crédito e cheque especial, pare de comprar no cartão, pelo menos por enquanto... até os valores serem controlados.

Parcele o limite de cheque especial e CANCELE o limite para evitar usar novamente, na pior das hipóteses baixe o limite ao mínimo possível.

Não tome empréstimo para pagar empréstimo, a exceção é empréstimo parcelado para liquidar cheque especial e cartão de crédito, desde que não use mais os mesmos.

Evite pagar o mínimo do cartão, isso é falta grave...

faça seu orçamento, use as planilhas abaixo.




Neste arquivo PLANILHAS você tem as seguintes planilhas para usar regularmente:

- Planilha mensal - onde você irá anotar seu orçamento de despesa e suas despesas realmente efetivadas para saber se está gastando dentro do previsto. estes valores você irá retirar da planilha diária.

- Planilha diária - você anota todas as despesas realizada durante o dia, TODAS mesmo, desde estacionamento, gorgetas, doações, aluguel, supermercado etc... no final de cada semana ou de cada mês (fica a seu critério) você passa para a planilha mensal. É interessante que seja semanal para poder realizar ajustes e controles mais firmes se gastar mais do que o previsto.

- Cartão de crédito - nesta planilha você irá anotar as compras realizadas no cartão de crédito, inclusive parcelas. O ideal é que neste período de corte de gastos você pare de comprar no cartão de crédito, por ser mais fácil, gasta-se mais. Deixe-os em casa. Se comprar anote IMPORTANTE: quando pagar as faturas do cartão de crédito não lance o total em sua planilha mensal, lance por despesa. ex: se pagou combustível com o cartão lance na coluna própria, se foi supermercado idem... e assim por diante. se pagar juros ou tarifas lance em despesas financeiras.
Não há despesa VISA, MASTER HIPER ETC, o que há são suas compras.

- Anual SEM1 - Trata-se de planilha para você realizar seu orçamento anual do primeiro semestre, assim você poderá identificar o período que haverá despesas extras e preparar-se para elas como datas comemorativas (dia das mães, namorados, aniversários), matrículas escolares, renovação de seguros, troca de óleo do carro e todas as despesas que são necessárias e que geram despesas extras, se não forem olhadas com antecedência você corre o risco de usar o cheque especial para elas, mas se estiver preparado irá comprar o presente da mãe antes dos preços subirem, ter presentes interessantes e com baixo custo guardo em casa para o próximo aniversário de seus filhos e amigos, afinal tudo de última hora sai mais caro.

- Anual SEM2 - idem planilha do primeiro semestre.


FAZER ORÇAMENTO É DAR RUMO A SUA VIDA FINANCEIRA.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

VALE A PENA COMPRAR PARCELADO?














Será que realmente vale a pena fazer compras parceladas?

Vai comprar uma TV nova? Um carro? um refrigerador? não importa o bem ou o produto, uma coisa é certa: quanto maior o número de parcelas, mais caro você está pagando. Muitas pessoas são atraídas pelas prestações pequenas que "cabem no bolso" e não prestam atenção no impacto que isso representa sobre o preço final. Os juros embutidos no parcelamento podem, facilmente, encarecer a mercadoria em mais de 50% ou até dobrar seu preço. Portanto, procure economizar parte dos recursos antes de comprar (assim você pode conseguir financiamento sem juros) ou, melhor ainda, pague à vista e negocie um bom desconto!

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

PALESTRAS SOBRE FINANÇAS PESSOAIS




PALESTRA AOS SERVIDORES DA PREFEITURA DE OLINDA









CURSO DE FINANÇAS PESSOAIS PARA O PROJETO NOVO HORIZONTE DA GERDAU








PALESTRA PARA OS COLABORADORES DO SEBRAE-PE









PALESTRAS E CURSOS SOBRE FINANÇAS PESSOAIS EM RECIFE, OLINDA E TODA REGIÃO METROPOLITANA

O conhecimento é a melhor arma no restabelecimento das finanças pessoais e para isso a palestra e o curso sobre FINANÇAS PESSOAIS proporciona conhecimento necessário para que seja iniciado o processo de saída do endividamento e para os mais disciplinados passem para a categoria de investidor.

TEMAS ABORDADOS:
- Endividamento, financiamento, cartão de crédito, cheque especial, juros;
- Orçamento financeiro familiar - Por que fazer?
- Conheça o seu padrão de renda e de gastos;
- Fluxo de caixa pessoal;
- Descontrolado? qual motivo?
- Necessidade & Desejo
- Como sair do buraco? aumento de renda ou redução de gastos?
- Aprendendo a ser FELIZ E COM DINHEIRO
- outros.
CONTATO:
semdividas@bol.com.br

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

ECONOMIZAR PARA DEIXAR DE DEVER

Se você quer deixar de dever comece a economizar.
Se quer ter um futuro tranqüilo comece a economizar.
Se você quer ser rico comece a economizar.
Enfim... para qualquer equilibrio financeiro a palavra de ordem é economizar.
Lembre-se do velho cofrinho... "de grão em grão a galinha enche o papo" e "de moeda em moeda você faz seu pé de meia".

Todos nós sabemos o que temos que fazer mas não temos é disciplina de sacrificar a mordomia, os mimos e o olhar de inveja dos colegas.

Para economizar é preciso alguns sacrifícios. Um centavo guardado é um centavo ganho (quando investido corretamente). Mas com certeza um centavo gasto é um centavo gasto.

O que guardamos não está associado apenas ao quanto guardamos mas também como investimos. Se não conseguiu começar cedo, comece agora.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

OS CINCO PASSOS PARA O EMPREGO



Há algumas dezenas de milhares de vagas abertas no mercado de tecnologia no Brasil. No entanto, para preenchê-las, os candidatos precisam de uma capacitação adequada e de um cuidado na forma de abordar os potenciais empregadores.

Existem cinco passos básicos em qualquer processo de busca de emprego. O desempenho dos profissionais em cada uma dessas etapas vai ser decisivo para determinar o tempo de recolocação no mercado. Os cinco passos que as pessoas devem seguir para aumentar as chances e diminuir o tempo para conquistar um novo emprego:

Passo 1 – Utilize Referências
Poucos candidatos a uma vaga de emprego se preocupam em buscar referências de antigos empregadores, ressalta o especialista da AttractJobs. Assim, ele indica que os profissionais busquem executivos ou gestores com os quais trabalharam nos últimos sete anos, com o intuito de entender o que eles consideram seus pontos mais fortes e se estariam dispostos a servir de referência para potenciais empregadores. “Essa informação pode ser destacada mais tarde, durante a entrevista de emprego”, pontua Young.

Passo 2 – Adeque o Currículo e a Imagem
Um currículo que busca enfatizar conhecimentos e experiências específicas para um determinado cargo exige que o profissional cite os resultados práticos que ele obteve em cargos anteriores, como parte do resumo de suas funções. Além disso, o perfil e as informações de redes sociais, como o LinkedIn, devem refletir essa vivência.

Outra preocupação que as pessoas devem ter quando buscam uma vaga de emprego é verificar quais informações aparecem quando seu nome é digitado em mecanismos de busca na internet, pois isso pode afetar, de forma positiva – ou negativa – o ânimo dos potenciais contratantes.

Passo 3 – Amplie sua Rede de Contatos
Quando você está em busca de um novo emprego, não deve ter vergonha de divulgar isso para o máximo de pessoas possíveis, o que inclui os amigos do Facebook e a rede de contatos profissionais. “Não dá para saber quem pode indicá-lo para uma grande oportunidade de emprego”, cita o especialista. Ainda segundo ele, qualquer possibilidade de conhecer novas pessoas não pode ser desperdiçada, o que exige que os profissionais participem de eventos e encontros de sua área.

Passo 4 – Aprimore suas Habilidades para a Entrevista
A entrevista pessoal costuma ser a parte mais estressante de um processo para busca de emprego. “De qualquer forma, se o seu currículo é forte o suficiente para convencer o recrutador de que você merece uma ligação telefônica, você já é um bom candidato ao emprego”, avalia Young.

Com base nesse pensamento, ele considera que o candidato deve preparar-se para a entrevista de emprego como ele faria em uma prova, ou seja, estudando. Assim, antes do encontro com o potencial recrutador, deve gastar um tempo analisando quais as possíveis perguntas que deverá responder. Além disso, precisa pensar em questões que pode fazer, com o intuito de demonstrar interesse pela vaga e mostrem que se preparou para a conversa.

Passo 5 – Seja um Concorrente Agressivo
“Isso se aplica a qualquer momento da busca de emprego. Sempre, seja proativo e investigue as empresas para entender as necessidades de contratação delas”, ressalta o especialista. “Algumas vezes, isso significa ser determinado – mas educado – em uma entrevista, em vez de ficar enrolando quando você precisa responder a uma questão”, complementa.

Acima de qualquer coisa, ser um concorrente agressivo significa dedicar um tempo extra para preparação e análise de todas as fases do processo de emprego. “Se você está realmente preocupado em conseguir um trabalho rápido, invista na busca da vaga, em escrever um currículo adequado e em procurar o apoio necessário para fazer uma boa entrevista”, conclui.

FONTE: OLHARDIGITAL.COM.BR

sábado, 10 de setembro de 2011

ENDIVIDAMENTO FAMILIAR. PESQUISA DE MERCADO


RESUMO DO ENDIVIDAMENTO POR FAMÍLIA
Observando o resumo do endividamento vemos o crescimento regular que vem acontecendo e mais grave é que em velocidade assustadora... Muitos noticiaram que a inadimplência caiu, é fato! mas de que adiantou se o endividamento geral cresce, E MUITO!
isso mostra que as famílias estão perdendo o fio da meada continuam gastando sem controle e aumentando a confusão financeira do mercado. Anteriormente o endividamento era para compra de bens duráveis e hoje em dia vimos com frequência as pessoas usando limites de cheque especial ou cartão de crédito para compra de alimentos ou remédios.




ENDIVIDAMENTO POR PRODUTO DE CRÉDITO
Olhando o gráfico acima ficamos sem entender como as pessoas gostam de pagar juros... O cartão de crédito é o produto que tem a taxa mais elevada e mesmo assim é campeão disparado entre os produtos mais usados. Isso tem duas explicações: a primeira é que o produto oferece maior liberdade, sem precisar dar satisfação a ninguém é muito mais fácil utilizar o cartão de crédito do que solicitar empréstimo consignado, por exemplo. A outra explicação é o limite oferecido, enquanto no consignado tem limitador de 30% da renda no cartão de crédito chega a mais de 100% da renda e pior em vários cartões somando assim 500% ou mais da renda mensal. Isso é grave!



ENDIVIDAMENTO FAMILIAR - FAIXA DE RENDA
O endividamento cresce dia-a-dia e em todas as faixas de renda... Temos a impressão que recebendo mais, tendo salário maior o endividamento não bate a nossa porta. Ledo engano! não importa a faixa salaria do brasileiro, as dívidas não perdoam.
É fato que na faixa abaixo de 10 SM o endividamento é maior, porém que recebe acima de 10 SM está também endividado, mais de 50% das família...
PERCENTUAL DE FAMÍLIAS ENDIVIDADAS
Observem o crescimento assustado que aconteceu no início deste ano. Sabemos que em janeiro e fevereiro tem muitos gastos: férias, matrículas escolares, material escolar, IPTU, IPVA, mensalidade dos conselhos de classe, além da ressaca das dívidas do final do ano com presentes e festas. Nos anos anteriores depois desse endividamento regular do início do ano a situação voltava ao normal logo no primeiro semestre, mas infelizmente a situação está mudando e as pessoas não estão conseguindo quitar os gastos extra e em consequência a dívida foi incorporada deixando a situação preocupante.



terça-feira, 6 de setembro de 2011

Adolescentes- começando uma vida sem dívidas


Embora tenham uma relação muito próxima, o futuro financeiro não depende exclusivamente do sucesso profissional. Os especialistas no assunto são unânimes em afirmar que alguns cuidados e medidas podem contribuir bastante para a construção de uma vida sem graves problemas de bolso.

A educadora financeira Aldineide Rios, autora do blog ´Feliz Sem Dívidas` (felizsemdividas.blogspot.com), acredita que um dos primeiros passos para garantir finanças equilibradas no futuro é buscar informações. Para isso, o jovem pode recorrer a sites, blogs, livros e palestras dedicados ao assunto. ´Ele precisa aprender a filtrar aquilo que recebe, para não exagerar nos gastos ou na economia. Cada um que orienta tende a puxar para um lado e ele deve chegar a uma ideia própria`, diz.

Segundo Aldineide, o fim da adolescência costuma ser o melhor momento para colocar as lições de controle financeiro em prática, visto que o jovem ainda depende consideravelmente da renda familiar. É nesta época, por exemplo, que ele pode começar a investir uma parte da sua mesada (ou salário) na poupança, para que tenha capital para futuros casos de emergência. Esta medida pode evoluir para um plano de previdência, quando ele der início a sua carreira.

Outra recomendação é fazer um balanço das despesas mensais, de modo que o jovem saiba o quanto tem de gastos fixos e no que pode economizar. De acordo com a educadora, quando tudo está na ponta do lápis, fica mais fácil manter o controle sobre as finanças. Para isso, também vale evitar excessos nas compras, prezando pela racionalidade. ´Muitas vezes, ele tem o sonho do carro próprio e percebe que, parcelando o pagamento em 60 vezes, pode realizá-lo. Mas acaba esquecendo que terá despesas extras, como troca de óleo, estacionamento e combustível. São esses pequenos gastos que fogem ao controle`, explica.
Fonte: CDL - Macaparana | 06/12/2010

Saúde Financeira será tema de palestra no XVI Simpósio de Cooperativismo de Crédito


Integrada com o tema da 23ª Convenção Regional do Sistema Unimed, Saúde e Felicidade, a programação do XVI Simpósio de Cooperativismo de Crédito contará com uma palestra sobre Saúde Financeira do Cooperado.

Na palestra, a facilitadora Aldineide Rios, falará sobre temas como vida financeira saudável, a importância de poupar e como escolher os produtos certos para as necessidades.

Aldineide Rios é administradora de empresas, pós graduada em Administração financeira pela UPE, MBA em Mkt e Vendas pelo CEDEPE, certificada pela ANBID, tem 27 anos de atuação no mercado financeiro atuando em bancos de primeira linha, realiza palestras sobre finanças pessoais para diversas empresas como Sebrae, Prefeitura de Olinda, Metrorec e colégios particulares, instrutora do módulo de finanças pessoais do projeto NOVO HORIZONTE da Gerdau, consultora financeira familiar, pessoal e empresarial, instrutora de cursos empresariais de atendimento, de gestão financeira e gestão administrativa, autora do BLOG http://felizsemdividas.blogspot.com que ajuda as pessoas a serem FELIZES E SEM DÍVIDAS.

O XVI Simpósio de Cooperativismo de Crédito Unicred acontece de 07 a 09 de setembro, no Eco Resort Vila Galé. Além desse evento, também acontecem a 23ª Convenção das Unimeds do Norte/Nordeste e o 20º Encontro da Mulher Unimediana.


Jornal On Line - UNICRED Central N/NE

sábado, 3 de setembro de 2011

DÍVIDAS ELEVADAS COM CARTÕES DE CRÉDITO - Como resolver?

Mergulhar na roda viva do crédito pode paralisar a vida de uma pessoa. Qual é o limite de cada um? Como saber quando o sinal ainda está verde?


Economia aquecida, consumo em alta, oferta de crédito por todo o lado, e o pagamento a perder de vista. Quem resiste?

“É difícil ficar com o nome sujo. Ficar com o nome sujo não, tem que ficar com o nome limpo”, diz a assistente administrativa Marilene Moraes.

“Eu sentia vergonha de falar porque as pessoas te veem com outros olhos”, revela o vigilante Diego Melo e Rosa.

Mergulhar na roda viva do crédito pode paralisar a vida de uma pessoa. Qual é o limite de cada um? Como saber quando o sinal ainda está verde para continuar gastando? O sinal de alerta, o amarelo, é sempre muito rápido. Quando menos esperamos, ele muda. E aí, já não é mais possível avançar. É preciso parar e encontrar um jeito de sair do vermelho. Só que voltar para o verde é bem mais difícil do que se imagina.

Dívidas, quase todo mundo tem. Mas Diego e Marilene estão em outra categoria. Na defensoria pública do estado do Rio, pessoas como eles se encaixam no perfil do superendividado.

“A capacidade dele de pagamento não suporta a dívida mensal. Ele recebe um salário e aí ele não consegue arcar com o pagamento de suas dívidas”, mostra Larissa Devidovich, coordenadora do Núcleo de Defesa do Consumidor da Defensoria Pública do Rio de Janeiro.

O sinal ficou vermelho para Diego e Marilene. Para ele, há cinco anos. Para ela, há cerca de três. Na época, Diego era um caixa em um mercado, mas ficou desempregado. Marilene, contadora formada, se enrolou quando decidiu quitar o financiamento da casa em que mora. Mergulharam em terreno desconhecido.

“A falta de planejamento econômico, a facilidade do crédito, eu não tinha loja que eu não entrasse que as pessoas não me ofereciam cartão. Com várias possibilidades de você pagar, dividindo em 12 vezes sem juros”, lembra Diego.

“Ninguém liga para você para perguntar se você quer cartão, a gente fica se iludindo, aí fica toda boba porque recebeu um cartão”, admite Marilene. “É como se você estivesse com o poder na mão e você vai e extrapola.”

Quando começou a faltar dinheiro para o cartão de crédito, passaram a pagar apenas os valores mínimos.

“Quando vinham as faturas, a gente olhava e falava: ai, meu Deus, o que eu faço? Só vou pagar o mínimo. Aí me acostumei. Quando parei para pensar, vi que o valor nunca baixava! Só que quando eu pensei em parar já estava uma bola de neve”, conta Marilene.

“Então a conta só foi ficando alta. Eu não tinha condições de pagar”, acrescenta Diego. “Até o mínimo eu parei de pagar porque não tinha condições.”

Os juros dos cartões de crédito giram em torno de 10% ao mês. Se você só paga o mínimo, no mês seguinte a sua dívida vem acrescida desse percentual. Assim, a dívida só vai crescendo. São os chamados juros sobre juros. E o pior: muita gente que paga ainda não sabe disso.

“Não sabia quanto cobravam de juros”, reconhece Diego.

“Não sei. Tem que fazer os cálculos para saber os juros, né?”, diz Marilene.

Com a vida financeira paralisada, Diego e Marilene pediram empréstimos no banco. Pagaram algumas dívidas, mas fizeram outras. Depois, pararam de pagar as parcelas dos empréstimos bancários, o que só fez aumentar a bola de neve.

Marilene continuou trabalhando como auxiliar de escritório. Diego fez curso de vigilante, mas vivia fazendo bicos de pedreiro e de camelô, pois emprego que é bom ele não conseguia.

Para o superendividado desempregado, sair do vermelho é bem mais penoso. Com o nome sujo, quem consegue emprego? As empresas não querem endividados nos seus quadros. E sem salário, como pagar as dívidas e limpar o próprio nome? Uma equação difícil de resolver.

“É uma situação horrível”, lamenta Diego. “Porque é como se a pessoa que estivesse devendo não fosse uma pessoa honesta. Eu queria um emprego para ver se eu conseguia sanar a dívida e as empresas sempre fechavam a porta.”

É quando todas as portas se fecham que os superendividados como Diego e Marilene buscam ajuda nos órgãos de proteção ao consumidor. A defensoria pública do estado do Rio criou um serviço pioneiro, que hoje também funciona na maioria dos estados. Os superendividados encontram apoio, orientação e, principalmente, conciliadores que buscam junto aos credores condições de pagamento.

“A redução das dívidas na negociação varia muito, mas de um modo geral a gente já conseguiu abatimento de 80% da dívida” diz a defensora pública Larissa.

A comissão de superendividados da defensoria no Rio ajuda neste momento 150 pessoas como Diego e Marilene na renegociação de dívidas.

“Eu já tinha desistido porque a minha dívida estava em R$ 13 mil. E eu não teria condições de pagar isso com o salário que eu ganho”, conta Diego.

Diego participou de uma audiência com cinco credores. Teve as dívidas reduzidas, parceladas a longo prazo e vem pagando há quatro meses. Faltava apenas negociar com um credor para limpar o nome dele: a loja onde comprou um freezer. Mas antes disso ele já conseguiu um emprego.

“Teve uma empresa que acreditou no meu trabalho, me deu essa oportunidade de mostrar o meu trabalho e eu estou nela até hoje”, diz.

Segundo a coordenadora do programa da defensoria do Rio, é cada vez maior o número de empresas e instituições financeiras que aceitam conversar.

“Hoje em dia posso considerar que 95% dos convites que são feitos são aceitos. Então a gente procura mostrar que a negociação é o melhor caminho”, afirma Larissa.

A fórmula funcionou para Marilene. Ela só tinha um credor: o banco do empréstimo e do cartão de crédito. Conseguiu um acordo em uma audiência, um compromisso baseado na pontualidade do pagamento.

A defensora explica para Marilene que o credor reduziu a dívida de R$ 7 mil para R$ 3,9 mil, mas, como ela será parcelada em 60 meses, ao final desse período Marilene vai pagar R$ 4.156. Larissa avisa que, até o dia 15, a parcela é de R$ 69,27. Depois, é de R$ 287,66. “Deus me livre”, rejeita Marilene.

Diego também voltou à defensoria para negociar o pagamento que faltava, o do freezer. No caso dele, são dez parcelas de R$ 86,98.

“Vou pagar todas”, garante Diego. “Faço questão. Eu não entrei, não procurei a defensoria só por procurar, eu procurei porque eu queria resolver o meu problema. Era um problema que me incomoda e me atrapalha.”

“É muito importante que as pessoas entendam, principalmente os credores e a própria sociedade como um todo, que faz parte do conceito do superendividado a questão da boa fé. Na verdade, ele foi levado àquela situação. E quando ele procura a defensoria pública, por exemplo, ele demonstra a sua boa fé, a sua intenção de negociar”, ressalta Larissa.

Uma das vantagens da negociação é o compromisso de limpar rapidamente o nome dos superendividados.

“O que a gente bota nos acordos: pagou a primeira parcela, cinco dias úteis de um modo geral, o nome dela sai dos cadastros, e isso dá uma felicidade. É muito bom ver como a pessoa, o brasileiro de um modo geral, dá muita importância para o seu nome. É a dignidade resgatada”, acrescenta Larissa.

“Eu entrei com o objetivo de limpar meu nome e eu estou conseguindo”, comemora Diego.

“Você pode estar com R$ 1 no bolso, não tem problema, mas está com o teu nome limpo”, concorda Marilene.

Os resultados de negociações como as de Diego e Marilene foram positivos, mas mesmo assim eles estão comprometidos até o fim dos pagamentos. Diego tem ainda 20 meses para quitar as dívidas. E Marilene, cinco anos.

“A gente aprende também com a dor. Eu aprendi e estou aprendendo até hoje”, diz ele.

“O futuro vai ser maravilhoso. Com essa experiência toda que eu passei, eu tenho que aprender. Com certeza eu aprendi”, diz ela.

O conselho dos especialistas é descobrir qual é o nosso limite e ficar sempre atento para que o sinal verde esteja aberto para nós. O segredo está no tamanho da fatia da nossa renda mensal que podemos comprometer com prestações.

Larissa afirma que até 20% é muito confortável, está no sinal verde; 30% está no amarelo; 40% no laranja; mais de 40% é completamente vermelho.


FONTE: GLOBO REPÓRTER