sábado, 3 de setembro de 2011

DÍVIDAS ELEVADAS COM CARTÕES DE CRÉDITO - Como resolver?

Mergulhar na roda viva do crédito pode paralisar a vida de uma pessoa. Qual é o limite de cada um? Como saber quando o sinal ainda está verde?


Economia aquecida, consumo em alta, oferta de crédito por todo o lado, e o pagamento a perder de vista. Quem resiste?

“É difícil ficar com o nome sujo. Ficar com o nome sujo não, tem que ficar com o nome limpo”, diz a assistente administrativa Marilene Moraes.

“Eu sentia vergonha de falar porque as pessoas te veem com outros olhos”, revela o vigilante Diego Melo e Rosa.

Mergulhar na roda viva do crédito pode paralisar a vida de uma pessoa. Qual é o limite de cada um? Como saber quando o sinal ainda está verde para continuar gastando? O sinal de alerta, o amarelo, é sempre muito rápido. Quando menos esperamos, ele muda. E aí, já não é mais possível avançar. É preciso parar e encontrar um jeito de sair do vermelho. Só que voltar para o verde é bem mais difícil do que se imagina.

Dívidas, quase todo mundo tem. Mas Diego e Marilene estão em outra categoria. Na defensoria pública do estado do Rio, pessoas como eles se encaixam no perfil do superendividado.

“A capacidade dele de pagamento não suporta a dívida mensal. Ele recebe um salário e aí ele não consegue arcar com o pagamento de suas dívidas”, mostra Larissa Devidovich, coordenadora do Núcleo de Defesa do Consumidor da Defensoria Pública do Rio de Janeiro.

O sinal ficou vermelho para Diego e Marilene. Para ele, há cinco anos. Para ela, há cerca de três. Na época, Diego era um caixa em um mercado, mas ficou desempregado. Marilene, contadora formada, se enrolou quando decidiu quitar o financiamento da casa em que mora. Mergulharam em terreno desconhecido.

“A falta de planejamento econômico, a facilidade do crédito, eu não tinha loja que eu não entrasse que as pessoas não me ofereciam cartão. Com várias possibilidades de você pagar, dividindo em 12 vezes sem juros”, lembra Diego.

“Ninguém liga para você para perguntar se você quer cartão, a gente fica se iludindo, aí fica toda boba porque recebeu um cartão”, admite Marilene. “É como se você estivesse com o poder na mão e você vai e extrapola.”

Quando começou a faltar dinheiro para o cartão de crédito, passaram a pagar apenas os valores mínimos.

“Quando vinham as faturas, a gente olhava e falava: ai, meu Deus, o que eu faço? Só vou pagar o mínimo. Aí me acostumei. Quando parei para pensar, vi que o valor nunca baixava! Só que quando eu pensei em parar já estava uma bola de neve”, conta Marilene.

“Então a conta só foi ficando alta. Eu não tinha condições de pagar”, acrescenta Diego. “Até o mínimo eu parei de pagar porque não tinha condições.”

Os juros dos cartões de crédito giram em torno de 10% ao mês. Se você só paga o mínimo, no mês seguinte a sua dívida vem acrescida desse percentual. Assim, a dívida só vai crescendo. São os chamados juros sobre juros. E o pior: muita gente que paga ainda não sabe disso.

“Não sabia quanto cobravam de juros”, reconhece Diego.

“Não sei. Tem que fazer os cálculos para saber os juros, né?”, diz Marilene.

Com a vida financeira paralisada, Diego e Marilene pediram empréstimos no banco. Pagaram algumas dívidas, mas fizeram outras. Depois, pararam de pagar as parcelas dos empréstimos bancários, o que só fez aumentar a bola de neve.

Marilene continuou trabalhando como auxiliar de escritório. Diego fez curso de vigilante, mas vivia fazendo bicos de pedreiro e de camelô, pois emprego que é bom ele não conseguia.

Para o superendividado desempregado, sair do vermelho é bem mais penoso. Com o nome sujo, quem consegue emprego? As empresas não querem endividados nos seus quadros. E sem salário, como pagar as dívidas e limpar o próprio nome? Uma equação difícil de resolver.

“É uma situação horrível”, lamenta Diego. “Porque é como se a pessoa que estivesse devendo não fosse uma pessoa honesta. Eu queria um emprego para ver se eu conseguia sanar a dívida e as empresas sempre fechavam a porta.”

É quando todas as portas se fecham que os superendividados como Diego e Marilene buscam ajuda nos órgãos de proteção ao consumidor. A defensoria pública do estado do Rio criou um serviço pioneiro, que hoje também funciona na maioria dos estados. Os superendividados encontram apoio, orientação e, principalmente, conciliadores que buscam junto aos credores condições de pagamento.

“A redução das dívidas na negociação varia muito, mas de um modo geral a gente já conseguiu abatimento de 80% da dívida” diz a defensora pública Larissa.

A comissão de superendividados da defensoria no Rio ajuda neste momento 150 pessoas como Diego e Marilene na renegociação de dívidas.

“Eu já tinha desistido porque a minha dívida estava em R$ 13 mil. E eu não teria condições de pagar isso com o salário que eu ganho”, conta Diego.

Diego participou de uma audiência com cinco credores. Teve as dívidas reduzidas, parceladas a longo prazo e vem pagando há quatro meses. Faltava apenas negociar com um credor para limpar o nome dele: a loja onde comprou um freezer. Mas antes disso ele já conseguiu um emprego.

“Teve uma empresa que acreditou no meu trabalho, me deu essa oportunidade de mostrar o meu trabalho e eu estou nela até hoje”, diz.

Segundo a coordenadora do programa da defensoria do Rio, é cada vez maior o número de empresas e instituições financeiras que aceitam conversar.

“Hoje em dia posso considerar que 95% dos convites que são feitos são aceitos. Então a gente procura mostrar que a negociação é o melhor caminho”, afirma Larissa.

A fórmula funcionou para Marilene. Ela só tinha um credor: o banco do empréstimo e do cartão de crédito. Conseguiu um acordo em uma audiência, um compromisso baseado na pontualidade do pagamento.

A defensora explica para Marilene que o credor reduziu a dívida de R$ 7 mil para R$ 3,9 mil, mas, como ela será parcelada em 60 meses, ao final desse período Marilene vai pagar R$ 4.156. Larissa avisa que, até o dia 15, a parcela é de R$ 69,27. Depois, é de R$ 287,66. “Deus me livre”, rejeita Marilene.

Diego também voltou à defensoria para negociar o pagamento que faltava, o do freezer. No caso dele, são dez parcelas de R$ 86,98.

“Vou pagar todas”, garante Diego. “Faço questão. Eu não entrei, não procurei a defensoria só por procurar, eu procurei porque eu queria resolver o meu problema. Era um problema que me incomoda e me atrapalha.”

“É muito importante que as pessoas entendam, principalmente os credores e a própria sociedade como um todo, que faz parte do conceito do superendividado a questão da boa fé. Na verdade, ele foi levado àquela situação. E quando ele procura a defensoria pública, por exemplo, ele demonstra a sua boa fé, a sua intenção de negociar”, ressalta Larissa.

Uma das vantagens da negociação é o compromisso de limpar rapidamente o nome dos superendividados.

“O que a gente bota nos acordos: pagou a primeira parcela, cinco dias úteis de um modo geral, o nome dela sai dos cadastros, e isso dá uma felicidade. É muito bom ver como a pessoa, o brasileiro de um modo geral, dá muita importância para o seu nome. É a dignidade resgatada”, acrescenta Larissa.

“Eu entrei com o objetivo de limpar meu nome e eu estou conseguindo”, comemora Diego.

“Você pode estar com R$ 1 no bolso, não tem problema, mas está com o teu nome limpo”, concorda Marilene.

Os resultados de negociações como as de Diego e Marilene foram positivos, mas mesmo assim eles estão comprometidos até o fim dos pagamentos. Diego tem ainda 20 meses para quitar as dívidas. E Marilene, cinco anos.

“A gente aprende também com a dor. Eu aprendi e estou aprendendo até hoje”, diz ele.

“O futuro vai ser maravilhoso. Com essa experiência toda que eu passei, eu tenho que aprender. Com certeza eu aprendi”, diz ela.

O conselho dos especialistas é descobrir qual é o nosso limite e ficar sempre atento para que o sinal verde esteja aberto para nós. O segredo está no tamanho da fatia da nossa renda mensal que podemos comprometer com prestações.

Larissa afirma que até 20% é muito confortável, está no sinal verde; 30% está no amarelo; 40% no laranja; mais de 40% é completamente vermelho.


FONTE: GLOBO REPÓRTER

domingo, 21 de agosto de 2011

PALESTRA SOBRE FINANÇAS PESSOAIS - SEBRAE 2011































Cada vez mais as empresas preocupam-se com a SAÚDE FINANCEIRA de seus colaboradores, um funcionário endividado precisa de ajuda para evitar que seu rendimento seja comprometido.

Palestra sobre FINANÇAS PESSOAIS para os colaboradores do SEBRAE PERNAMBUCO.







segunda-feira, 15 de agosto de 2011

DIMINUINDO GASTOS COM CELULAR
































  • Mesmo que você use bastante o celular, os números que você costuma ligar mais podem ser poucos. Se for o caso, prefira promoções que dão descontos nas ligações que você faz para um número limitado de pessoas.
  • Caso a maioria dos seus contatos seja de uma só operadora, procure por promoções que cobrem tarifas mais baratas para as ligações feitas entre números de uma mesma operadora.
  • Costuma fazer várias ligações interurbanas? Procure no mercado por promoções que tornem essas ligações mais baratas.
  • Suas ligações costumam ser de curta ou de longa duração? Algumas operadoras cobram um valor pelo primeiro minuto de ligação, e outro, geralmente menor, pelos minutos seguintes da mesma ligação.


Dois chips?
Se acha que as promoções de uma só operadora não dão conta das suas ligações, comprar um aparelho que suporte o uso de dois chipspode ser uma boa opção. Mas fique ligado! Só faça uso dessa opção se você realmente liga bastante a mais de uma operadora no mercado.

Controle o impulso de usar dois chips só porque uma promoção recentemente anunciada parece “imperdível”. Você pode ter que arcar comcustos extras de telefone sem fazer uso de uma das linhas.


sábado, 30 de julho de 2011

POR QUE ESTÁ DESCONTROLADO FINANCEIRAMENTE?



Por há pessoas que gastam muito mais do que ganham?


Um dos principais motivos é a falta de informação financeira, desconhecem a "regra do jogo".

Outro motivo importante é a falta de um sonho, assim não tem porque economizar e terminam gastando tudo que tem e até mesmo o que não tem.

Outro motivo também presente nos endividados é a motivação psíquica, compra para esconder um problema existente como falta de afeto, stress ou tantos outros problema.

Para iniciar uma vida financeira equilibrada descubra o que está levando você a gastar demais.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

DESESPERO DE UMA ENDIVIDADA

O endividamento surge muitas vezes para pessoas que sempre viveu organizado e equilibrado financeiramente, basta surgir um imprevisto, algo fora de nossa rotina como acidente, desemprego, assalto, doença nossa ou de parente próximo, sequestro ou mesmo qualquer outro evento que necessite de recursos financeiros.

Não faz parte da rotina guardar dinheiro para imprevistos e isso evitaria muitas dores de cabeça.

Comece a guardar dinheiro, mesmo que seja pequenos valores, o importante é você ser disciplinado e pague-se primeiro.

Cuidado com as armadilhas do crédito fácil.


DEPOIMENTO REAL DE UMA PESSOA DESESPERADA. É ANTIGO, MAS AO MESMO TEMPO MUITO ATUAL

Acredite, sou uma pessoa honesta, mas caí na armadilha dos créditos fáceis, que passaram a fazer parte integrante da minha renda. Quando não consegui mais pagar, os cheques voltaram e o nome ficou sujo, a situação ficou INSUPORTÁVEL e não sei se tem saída. Para completar, venho driblando há um ano a perda salarial de 50%: foi aí que perdi o controle total da situação.
Por favor, gostaria de uma orientação.
Agradeço a atenção,

domingo, 19 de junho de 2011

SOS - FUNCIONÁRIOS ENDIVIDADOS

As empresas sempre tiveram como desafio motivar seus funcionários, manter a equipe satisfeita e produzindo.

Hoje mais um desafio está surgindo para gestores e profissionais de RH no tocante a manter a equipe coesa e concentrada no trabalho, é o endividamento financeiro. Tentando resolver esses problemas muitas empresas fazem parcerias com bancos para conceder a sua equipe empréstimos com taxas abaixo das praticadas pelo mercado, fazem convênios com farmácias para vendas com descontos posteriores e diversos outros mecanismos de créditos acreditando que assim vai ajudar sua equipe.

Nesses casos a empresa está atuando no problema- a falta de dinheiro e não na causa – o descontrole financeiro. Quanto mais acesso a crédito uma pessoa desprepara tem mais ela “se enrola” AUMETA O PROBLEMA.



Hoje muitas empresas passaram a cuidar da saúde financeira de sua equipe com a mesma atenção que cuidam da saúde física, como obesidade, stress e qualidade de vida. Passaram a contratar profissionais de mercado para palestras, cursos e consultorias financeiras pessoais.

“Funcionários endividados têm seu rendimento e qualidade de vida prejudicados. Muitas vezes a preocupação leva o empregado a ter problemas de saúde e, conseqüentemente, o afasta do trabalho”, diz Mª Luiza Semple do SESI-SP.

Muitas empresas evitam contratar funcionários com nome negativado, mas fecham os olhos para os sinais que sua equipe passa no dia-a-dia. Renovação constante de empréstimos consignados, ligações frequentes de cobradores, falta de concentração e diversos outros sinais que ficam muito claro para quem presta atenção a seu quadro funcional.

Educação financeira pode melhorar rendimento de funcionários

Dívida. Essa é uma das responsáveis pelo estresse, ansiedade e preocupação da maioria das pessoas. Com tantos problemas financeiros para resolver, o desânimo chega e a queda de rendimento no trabalho também.
De acordo com a educadora financeira Silvia Alambert, algumas organizações já perceberam que a educação financeira é uma aliada à produtividade e à qualidade de vida dos seus funcionários.

"Acredito que a educação financeira se tornará cada vez mais uma grande aliada das empresas, pois o recurso mais valioso dentro de uma empresa é o seu 'elenco' e, por isso, a saúde financeira de seus funcionários será cada vez mais um pilar da boa governança", afirmou a educadora.
  • Educar financeiramente, segundo Silvia, é transmitir o conhecimento necessário e fornecer ferramentas para que as pessoas possam visualizar de forma clara sua situação financeira e fazer escolhas mais saudáveis e inteligentes. "Ao mesmo tempo, permite que compreendam diferentes tipos e formas de investimento como oportunidade para seu perfil ou situação financeira", completou.
  • Para que os resultados sejam satisfatórios, é necessário um acompanhamento e que as pessoas sintam os benefícios da educação financeira.
  • Trabalhando em conjunto
  • "É importante destacar que a implantação de um método de educação financeira requer todo um esforço conjunto que deve ser pensado pelas duas partes: empregador e o beneficiado", explicou Silvia.
  • A educadora acredita que, da mesma forma que os custos com planos de saúde foram compartilhados entre empregador e empregado, a educação financeira será assim nos próximos anos.

"Os resultados podem ser surpreendentes. Colaboradores motivados, amparados por empregadores que se preocupam em vê-los crescendo financeiramente, são colaboradores que se tornam empoderados para que cumpram suas metas e objetivos profissionais e pessoais com extrema satisfação e tranquilidade", concluiu Silvia.





Para contratar palestra e curso: AQUI

quarta-feira, 15 de junho de 2011

ALDINEIDE

Aldineide Rios

  • Consultoria Financeira Pessoal presencial para Recife e Grande Recife
  • Consultoria Financeira Pessoal online para todo Brasil
  • Clínica Financeira - plantão financeiro para funcionários de empresas

  • Palestras In Company
  • Palestra para escolas - para estudantes e para reunião dos pais
  • Palestras para faculdades - entrando no mundo financeiro

  • Cursos de Finanças Pessoais para jovens em escolas, faculdades e universidades
  • Cursos de Finanças pessoais organizacional para funcionários
  • Cursos de atendimento ao cliente


CLÍNICA FINANCEIRA



Quando você tem um problema de saúde você procura um médico, certo? A ideia deveria ser a mesma com as finanças pessoais. Está endividado? Não sabe como e onde investir? Há soluções para todos os casos. Para alguns o medicamento pode se mais leve e para outros a indicação pode ser um tratamento intensivo.
Entre em contato.

Contrate um consultor financeiro e passe a ter um bom relacionamento com seu dinheiro.



sábado, 11 de junho de 2011

SUA VIDA FINANCEIRA









→ Dedique um tempo para planejamento financeiro – reserve um período do dia para se organizar financeiramente e conferir com vai andando seus planos.

→ Corte gastos supérfluos, como uso exagerado do celular e lanches fora de casa.

→ Faça uma lista de compras antes de ir ao supermercado e a feira, com isso você evita gastos extras e desnecessários.

→ Tenha controle mensal dos seus gastos – elabore uma lista com todas as suas despesas.

→ Faça cardápio para a semana, assim você compra só o necessário para consumo e aproveita melhor os alimentos.

→ Adote consumo consciente na sua casa! Diminua o tempo dos banhos, ensaboe a louça com a torneira desligada, apague sempre as luzes dos ambientes sem uso etc.

→ Troque as lâmpadas incandescentes por florescentes.

→ Reveja planos de internet, celular e fone fixo – limite os gastos com estes itens.

→ Não faça das compras sua terapia.

→ Atenção com as tarifas financeiras (bancos e cartões)

→ Aprenda a pechinchar e pedir descontos

quinta-feira, 2 de junho de 2011

CURSO DE FINANÇAS PESSOAIS - GERDAU



COMO EVITAR QUE AS DÍVIDAS CRESÇAM?

Para controlar os gastos e chegar ao final do mês ainda com dinheiro siga algumas dicas:


  • PARE DE GASTAR: sempre que for comprar alguma coisa (qualquer coisa) pergunte-se: "posso comprar isso depois?" se por qualquer motivo a resposta for sim, compre depois;

  • VALORIZE PEQUENOS VALORES: coloque um vidro em seu quarto e todos os dias guarde dentro dele todos os valores abaixo de R$ 5,00 que sobraram em sua bolsa; (no final do ano você terá uma maravilhosa surpresa)

  • SE DÊ LIMITE: Baixe os limites de seus cartões e cheque especial para um valor que você tenha condições de liquidar no final do mês; EX: se seu salário é R$ 1.000,00 você não tem como liquidar o saldo devedor de R$ 500,00 do cheque especial e mais R$ 400,00 do cartão de crédito. Vai viver com que? pense nisso e peça ao gerente do banco e operadora para baixar seu limite.

  • PEXINXE: peça desconto sempre, qualquer valor extra sempre é bem vindo;

  • ELIMINE JUROS DE SUA VIDA: pague sempre o cartão total, se estiver com saldo devedor se arrastando peça parcelamento ou tome empréstimo com juros menores e liquide. Faça o mesmo com o limite de cheque especial. Esses são os maiores juros do mercado - cartão de crédito e cheque especial;

quarta-feira, 1 de junho de 2011

PROJETO NOVO HORIZONTE - GERDAU


A GERDAU está de parabéns pelo projeto NOVO HORIZONTE que orienta os funcionários aposentados ou que estão para aposentar-se para enfrentar a nova fase.

No dia 27 de maio ministrei um curso sobre finanças pessoais para o grupo e foi maravilhoso vê a participação e o interesse deles pelo assunto.

parabéns a GERDAU pelo projeto.


sábado, 28 de maio de 2011

ATENÇÃO COM COMPRAS NO CARTÃO




Quando sair para as compras lembre-se de fazer suas contas e saber exatamente de onde vai sair o DINHEIRO para pagar.

Ter limite disponível no cartão de crédito não significa que tem dinheiro para pagar as compras.

SÓ COMPRE SE TIVER DISPONIBILIDADE PARA PAGAR.

sexta-feira, 18 de março de 2011

UNIVERSITÁRIOS - PRIMEIROS PASSOS FINANCEIROS 4





Todos precisamos de sonho para viver, tenha muito cuidado para não fazer do sonho um pesadelo, comprando um bem a qualquer custo e transformar uma coisa muito boa num pesadelo sem fim.

CUIDADO com prestações longas, você ainda está se consolidando no mercado e pode perder o emprego mais rápido do que pensa. ter que trocar de empresa por oportunidade melhor e se você tiver dívidas não vai poder pedir demissão de um emprego para ir para outro com ganhando menos mas com perspectivas de crescimento mais rápido


Decisões erradas: Um sonho de consumo pode virar um pesadelo se você não souber a melhor forma de pagá-lo. O mais indicado é sempre guardar o dinheiro e depois comprar, para não pagar juros. Se não puder, cuidado com os juros de cheque especial e alguns financiamentos, que fazem com que você pague o dobro por algo que adquiriu.

Veja o caso de quem comprou um carros e o resultado não foi o que planejou... VALE A PENA COMPRAR UM CARRO FINANCIANDO




quarta-feira, 16 de março de 2011

UNIVERSITÁRIOS - PRIMEIROS PASSOS FINANCEIROS 3

















Se dívida já é complicado para quem já está no mercado há muito tempo imagine para quem está começando e com o estágio e o emprego ainda em consolidação...

Os bancos oferecem cartões e contas universitária com limites e usar os mesmos como se fossem parte da bolsa ou do salário é pecado mortal, pois os juros irão consumir muito rapidamente o seu dinheiro e vai virar uma bola de neve, use o limite sabendo de onde vai tirar recursos para pagar e não contando pagar com o salário ficando sem dinheiro e usando novamente o limite para as despesas, isso é a fatídica corrida dos ratos.
O impacto da dívida está muito além de juros e dor de cabeça. As dívidas podem ser um fator inibidor de sucesso. Como? quando está endividado não podemos pedir demissão de um emprego que não está agradando tanto e nem aventurar uma colocação no mercado já que o salário é vital. Por isso nem se endivide e faça uma reserva para pelo menos 3 meses de despesas, assim você não ficará 100% dependente do emprego, você será o dono de suas vontades. 

Dívidas: Se você ganha pouco, nem pensar em contrair dívidas. Seu cartão de crédito pode ajudá-lo a realizar sonhos e ter em mãos aquilo que demoraria para conseguir, mas planeje-se ao realizar uma compra com ele. Será que você ainda ficará muito tempo no estágio? Lembre que é um momento de experimentação em sua vida e que você não pode depender financeiramente dele.

segunda-feira, 14 de março de 2011

FUNCIONÁRIOS ENDIVIDADO E A EMPRESA - O QUE FAZER?




14 de março de 2011

Empresas orientam os seus funcionários


A estabilidade econômica conquistada pelo Brasil nos últimos anos está chamando a atenção das empresas para outro fator que vai muito além de investimentos e novos negócios. Trata-se de treinar os próprios funcionários sobre finanças pessoais, pensando, em longo prazo, na qualidade e produtividade dentro da organização.

De acordo com a diretora da consultoria Solução Labor e pesquisadora de comportamento e qualidade de vida, Suyen Miranda, o funcionário em equilíbrio financeiro tende a reduzir dispersão, interrupções e aumenta sua consciência e produtividade, por ter menor estresse com suas finanças.

“O que, no passado, parecia ser coisa de gente rica, hoje, está acessível, que é o investimento em ações, planejamento financeiro de médio e longo prazos, conhecimento das ferramentas de crédito disponíveis e a diversificação das possibilidades de investimento. Vale lembrar que, por muitos anos, tivemos poucas opções de investimento para a classe média e baixa, quase sempre variando sobre a poupança”, diz Suyen, ao analisar a mudança significativa que o mercado tem percebido sobre o interesse em finanças pessoais.

“O funcionário preocupado com sua conta-corrente começa a reduzir sua atenção para outros assuntos que não sejam sua vida financeira, o que pode levar a falhas, retrabalho, acidentes, entre outros dispersores de atenção. Há ainda o problema em empresas quanto a funcionários que pedem para ser demitidos de modo a levantar o FGTS para sanar dívidas e antecipar o décimo terceiro, todas ações que tomam tempo e saem do foco produtivo”, analisa a consultora.

Finanças corporativas
A especialista afirma que a política de conscientização do conhecimento de finanças pessoais propicia uma redução no volume de faltas, maior grau de concentração, menores índices de retrabalho e paradas.

Por muitas vezes, a educação passada ao funcionário chega até sua família, o que faz as empresas considerarem atentamente o investimento em treinamento para todo os colaboradores.

“Inclusive a imagem da empresa é beneficiada por conta de sua preocupação com o bem estar e qualidade de vida de todos que nela participam. Lembro que o problema financeiro não está ligado ao salário, mas sim ao uso inadequado dos recursos financeiros, ou seja, não é porque a empresa paga altos salários que estará garantindo saúde financeira à sua equipe”, finaliza Suyen.

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APROVEITEM E LEVEM A PALESTRA SOBRE FINANÇAS PESSOAIS PARA SUA EQUIPE


O conhecimento é a melhor arma no restabelecimento das finanças pessoais e para isso a palestra sobre FINANÇAS PESSOAIS proporciona conhecimento necessário para que seja iniciado o processo de saída do endividamento e para os mais disciplinados passem para a categoria de investidor.


TEMAS ABORDADOS:
- Endividamento, financiamento, cartão de crédito, cheque especial, juros;
- Orçamento financeiro familiar - Por que fazer?
- Conheça o seu padrão de renda e de gastos;
- Fluxo de caixa pessoal;
- Descontrolado? qual motivo?
- Necessidade & Desejo
- Como sair do buraco? aumento de renda ou redução de gastos?
- Aprendendo a ser FELIZ E COM DINHEIRO
- outros.

CONTATO: semdividas@bol.com.br

(81) 9813-0308 ou 8727-2451


UNIVERSITÁRIOS - PRIMEIROS PASSOS FINANCEIROS 2


O Jovem quando começa a ganhar seu dinheiro é comum passar a arcar com suas próprias despesas e como antes não precisava fazer contas e nem controlar quanto tinha que gastar pois os pais sempre davam o necessário sem o jovem precisar saber de onde vinham os recursos o problema com pequenas despesas pode representar um grande problema e o início de dívidas para completar orçamento.

O que era barato antes com o dinheiro de papai e mamãe... pode ser caro agora com o próprio dinheiro.

Portanto cuidado com CUSTOS FIXOS ELEVADOS: Se você passou a pagar sua academia, será que ainda vale a pena gastar R$ 120 mensais nela, sabendo que seu salário é somente o dobro deste valor? Nada disso. Adeque seu padrão de vida ao seu salário, ou então você irá contrair dívidas ou ficar sem dinheiro o resto do mês.

Há uma diferença entre o que você merece e o que você pode pagar, busque equilíbrio.

sábado, 12 de março de 2011

UNIVERSITÁRIOS - PRIMEIROS PASSOS FINANCEIROS




Quando entra na faculdade o jovem está ficando cada vez mais perto de conseguir sua independência financeira, chega o estágio remunerado, o primeiro emprego e será que ele está preparado para esse novo mundo?

Infelizmente não, pelo menos para a maioria dos jovens a experiência pode ser traumática e o jovem pode endividar-se muito, ficar com o nome negativado e perder boas oportunidades por esse motivo.

A primeira dica é ter cuidado com a empolgação e já no primeiro salário detonar tudo por antecipação e passar o resto mês sem dinheiro.

A segunda dica é saber exatamente quanto vai receber e quanto vai ser descontado do salário pois salário liquido é diferente de salário bruto, saber se terá benefícios como plano de saúde e vale alimentação, ajuda com passagem e combustível.